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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Kat Von D - High Voltage Tattoo


Como todos aqui devem saber, eu sou uma grande fã da tatuadora Kat Von D. Esse livro, "High Voltage Tattoo", que leva o nome do seu estúdio de tatuagem em Los Angeles, é uma coletânea de seus melhores trabalhos com uma pequena biografia e um diretório de suas tatuagens.
Os capítulos são nomeados com músicas do AC/DC: "Highway to Hell", "Back In Black", "If You Want Blood (You've Got It)", "Hells Bells" e "Girls Got Rhythm" são alguns. Começa com um prefácio escrito pelo namorado de Kat, Nikki Sixx, dizendo suas impressões sobre Kat.
Depois, vem sua autobiografia e seus primeiros contatos com a tatuagem: aos 14 anos, ela tatuou uma letra "J" no tornozelo, e depois começou a tatuar os amigos. Também conta detalhes sobre sua fuga de casa.
Os que assistem LA Ink devem saber que a especialidade de Kat é o estilo black and gray (preto e cinza) de retratos. Mas lá mostram seus trabalhos coloridos, as clássicas pin-ups, as tatuagens religiosas, as frases e também o significado de boa parte de suas tatuagens. No final, uma breve história da tatuagem em vários lugares - incluindo o Brasil!
Se você é fã da Kat ou de tatuagens, é altamente recomendável.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Veruca Salt

Uma das bandas mais legais dos anos 90. Se você viveu aquela época e se interessava por rock alternativo, provavelmente já ouviu Veruca Salt. Senão, vai conhecer aqui.


Nina Gordon e Louise Post se conheceram através de uma amiga em comum, a atriz Lili Taylor. As duas começaram a escrever músicas juntas e resolveram começar uma banda. Nina e Louise assumiram os vocais e guitarras da banda; o irmão de Nina, Jim Shapiro, assumiu a bateria e um certo Steve Lake ficou com o baixo.

Em 1994, no auge do grunge, o grupo lançou seu primeiro single: "Seether/All Hail Me" pela Minty Fresh Records. Atingiram um estrondoso sucesso com "Seether", um rock chiclete com influência pop (graças ao vocal doce de Nina Gordon) e o solo cheio de distorção de Louise.

Antes mesmo de lançar um disco, o Veruca Salt já abria os shows do Hole nos Estados Unidos. Após essa turnê, gravaram seu primeiro disco pela Geffen Records (a mesma gravadora do Hole, Nirvana e Guns N' Roses). American Thights chegou ao disco de ouro (500 mil cópias). A popularidade da banda aumentou relativamente graças à constante exibição do vídeo de "Seether" na MTV.

Em 1997, o grupo lançou o segundo disco, Eight Arms to Hold You, produzido por Bob Rock, o "homem de platina" (para se ter uma idéia, Bob produziu alguns dos discos mais vendidos de todos os tempos - seus trabalhos mais notáveis incluem Dr. Feelgood do Mötley Crüe e Black Album do Metallica). O grande sucesso da vez foi "Volcano Girls", que foi para a trilha sonora do filme Um Crime entre Amigas. Pouco tempo após o lançamento do disco, Jim (bateria) deixou a banda, e foi substituído por Stacy Jones, que tocou durante a turnê, mas não gravou nada com eles.

A harmonia vocal entre Nina Gordon e Louise Post era uma das maiores forças da banda. As vozes doces das meninas se entrelaçavam e produziam uma combinação mágica. Infelizmente, Nina deixou a banda em 1998 para seguir carreira solo. Louise resolveu continuar a banda, sendo o único membro original. O último disco, Veruca Salt IV, foi lançado em 2006.

Downloads:
Créditos: Guitar Women, Ana Paula e Pri.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sahara Hotnights

A Suécia é um berço de ótimas bandas. De lá saíram os Hellacopters, Backyard Babies, Crucified Barbara, The Hives e o Sahara Hotnights, a banda da qual vou falar hoje.



Das bandas listadas acima, o Sahara e o Crucified são formados por mulheres. O Sahara foi formado em 1992, por Maria Andersson (vocal e guitarra), Jennie Asplund (guitarra), Johanna Asplund (baixo) e Josephine Forsman (bateria). A música delas é um indie rock com vários momentos pop, que chega a lembrar The Donnas na fase Spend The Night. A própria banda se define como uma mistura entre Blondie, Ramones e Nirvana.

Nesses 17 anos de carreira já lançaram cinco discos: C'mon Let's Pretend (1999); Jennie Bomb (2001); Kiss & Tell (2004); What If Leaving Is a Love Thing (2007) e Sparks (2009). O último, Sparks, é um disco apenas de covers: o single "In Private" é uma versão da cantora pop britânica Dusty Springfield.

Na minha opinião, o melhor álbum das meninas é What Leaving Is a Love Thing, seguido de perto por Jennie Bomb. O de 2007 tem músicas como "Visit to Vienna" (em que as guitarras grudam na cabeça), "Salty Lips", "Cheek to Cheek" e "Getting Away with Murder". Já Jennie Bomb tem "On The Top of Your World", "Fire Alarm" e "Only The Fakes Survive" - que me apresentou à banda. Fica a dica de um rock divertido e suave.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Orianthi

Orianthi Panagaris, conhecida somente como Orianthi, é uma guitarrista australiana. Aos 6 anos, aprendeu a tocar violão (por influência do pai) e aos 11, ganhou sua primeira guitarra elétrica. Começou a formar bandas em lugares variados, como França e Inglaterra aos 14 anos e aos 15 largou a escola para se dedicar exclusivamente à música.

Com 15 anos, Ori fez seu primeiro show de abertura para ninguém menos do que Steve Vai, o mestre da guitarra. Aos 18, dividiu o palco com Carlos Santana e participou de uma jam com ele. Ela já tocou com Prince; teve uma música no filme das Bratz; tocou no Eric Clapton Crossroads Guitar Festival e apareceu na lista das 12 melhores guitarristas de todos os tempos. Tudo isso com apenas 24 anos.

Mas o motivo de seu reconhecimento foi tocar com o rei do pop, Michael Jackson, no filme This Is It (ela tocaria na turnê, cancelada por causa da morte de Michael). O que? Agora está lembrando da Ori? Ela tocou no funeral do rei, que foi televisionado no mundo inteiro!

Seu segundo disco solo, Believe (2009), é realmente muito bom. Vale a pena escutar as faixas "According To You", "Think Like a Man", "What's Gonna Be" e, principalmente, "Highly Strung" para ver como Orianthi é talentosa, tanto na guitarra como cantando.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Lunachicks


No ano de 1987, as estudantes nova-iorquinas Theo Kogan (vocal), Gina Volpe (baixo) e Squid (guitarra) eram amigas e queriam formar uma banda. Para isso, chamaram a amiga de Squid, Sindi Benezra (guitarra). Durante esse ano, elas ensaiaram e escreveram músicas no quarto de Gina. No primeiro show, as Lunachicks tocaram com o namorado de Theo, Mike, tocando bateria. Na platéia desse show estavam Kim Gordon e Thurston Moore (membros do Sonic Youth), que gostaram do som punk das meninas e mandaram uma fita demo para Paul Smith, que ofereceu um contrato para as meninas. Com a inclusão de Becky Wreck na bateria, elas lançaram o disco Babysitters On Acid (1989).

Em 1991, saíram em turnê com o Dictators e 1992 viu o segundo lançamento das meninas: Binge & Purge. A baterista Becky deixou a banda. Após a saída de Becky, três bateristas passaram pelo grupo: Kate Schellenbach (1992-1994), Chip English (1994-1999) e Helen Destroy (1999-2000). Depois de migrarem para a Go-Kart Records, elas lançaram Jerk Of All Trades e Pretty Ugly. O último é o disco mais conhecido, que contém a animada "Don't Want You" (que tem um clipe bastante divertido).

Algum tempo depois de Pretty Ugly, Sindi deixa a banda. As Lunachicks lançam um disco ao vivo, Drop Dead Live e o último trabalho de estúdio, Luxury Problem (o melhor, na opinião da blogueira que vos fala). Oficialmente, a banda nunca acabou, mas depois de 2000, elas só fizeram dois shows ao vivo: um em 2002 e outro em 2004.

Atualmente: a cantora Theo formou o Theo & The Skyscrapers com seu marido Sean Pierce (Töilet Boys), que tem uma pegada mais dance-rock. Gina Volpe é a vocalista da banda Bantam, Squid virou tatuadora, Becky foi para o Blaire Bitch Project e Chip toca para o Sucide King. A mais conhecida é a última baterista, Helen Destroy: foi para o tributo feminino ao Led Zeppelin, o Lez Zeppelin.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Spinnerette

O Spinnerette é composto por Brody Dalle (voz/guitarra), Tony Bevilacqua na guitarra, Alain Johannes (baixo) e Jack Irons (bateria). Brody e Tony eram dos Distillers; Alain era do Queens of the Stone Age e Jack ficou famoso com seu trabalho com o Red Hot Chili Peppers.
Após o fim dos Distillers em 2003 (causado por sua gravidez), Brody deixou um comunicado para o New Musical Express dizendo que estava com uma nova banda. Mais de um ano depois, em 8 de agosto de 2008, a primeira faixa foi disponibilizada no MySpace da banda. A música era "Valium Knights", uma das minhas preferidas; pouco tempo depois Brody e os Queens Of The Stone Age (ela é casada com o vocalista Josh Homme) tocaram ao vivo "Driving Song".

Alguns meses depois, em dezembro, o EP digital Ghetto Love é lançado; contendo as faixas "Ghetto Love", "Valium Knights", "Distorting a Code" e "Bury My Heart", além de um vídeo para a faixa-título. Brody confirma apresentações ao lado de Eagles of Death Metal e Arctic Monkeys, em festivais como Reading e Leeds.

O primeiro disco da banda, Spinnerette, sai em junho de 2009 e recebe excelentes críticas da mídia especializada. Traz 13 faixas de rock n' roll cheio de energia, com certeza uma das melhores bandas da atualidade. Pode chocar alguns fãs dos Distillers, porque é um estilo beeem diferente, mas é uma banda altamente recomendável para fãs de indie rock em geral.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Kittie


É uma banda de death metal canadense formada atualmente por Morgan Lander (vocal e guitarra), Mercedes Lander (bateria), Ivy Vujic (baixo) e Tara McLeod (guitarra). Elas começaram em 1996, quando Mercedes conheceu Fallon Bowman na aula de educação física. As duas começaram a ensaiar juntas e a irmã de Mercedes, Morgan, assistia os
ensaios e entrou como vocalista. Para completar a formação, elas chamaram Tanya Candler (baixo), que em 1999 foi substituída por Talena Atfield. No mesmo ano, as meninas lançam o primeiro álbum, Spit, pela Artemis Records. O estilo musical da banda combina o heavy metal com o rock gótico, como podemos perceber na faixa instrumental "Immortal", que encerra o disco. O disco mostra também o peso que as meninas são capazes de demonstrar, com "Do You Think I'm a Whore?" e "Paperdoll".
Spit rendeu três sucessos: "Brackish", "Charlotte" e a faixa-título.

Em 2001, a saída da guitarrista Fallon é anunciada, por motivos pessoais e para se dedicar ao seu novo projeto, Amphibious Assault. Seu lugar é preenchido por Jeff Philips, o engenheiro de som da banda até então. Nesse ano, o disco Oracle é lançado, com um cover do Pink Floyd ("Run Like Hell"), o sucesso "What I Always Wanted" e quatro faixas ao vivo em Estocolmo, na Suécia ("Spit", "Do You Think I'm a Whore", "Suck", "Brackish" e "Raven"). A décima faixa é a mais longa da história da banda: "No Name" tem quase 11 minutos de duração. No ano seguinte, a banda abre a turnê britânica do Slipknot e toca no Ozzfest, o festival de Ozzy Osbourne. Talena deixa a banda e é substituída por Jennifer Arroyo.

No ano de 2004, a banda dispensa Jeff para ele trabalhar no Thine Eyes Bleed e coloca em seu lugar Lisa Marx. Nesse ano é lançado o terceiro disco da banda, Until The End. Os hits foram "Into The Darkness" e "Pussy Sugar", mas é interessante ressaltar as faixas "Loveless" e "Until The End". O álbum vendeu 19 mil cópias e foi o último lançado pela Artemis. Em 2005, elas encerraram o contrato e Morgan deixou um post em seu blog insinuando que Jennifer e Lisa haviam deixado a banda. Jennifer foi para o Suicide City e Lisa, para o Scars Of Tomorrow. As substitutas delas são Tara McLeod (guitarra - continua até hoje na banda) e Trish Doan (baixo).

Ainda em 2005, as irmãs Lander começam sua própria linha de roupas, a Poisoned Black Clothing e aparecem em dois documentários sobre metal: A Headbanger's
Journey
e Louder Than Life. No ano seguinte, o EP Never Again é lançado e elas anunciam o lançamento de sua própria gravadora, a Kiss Of Infamy Records. Após receberem uma carta do Kiss Catalog Inc (grupo de cuida do merchandising do KISS), o Kittie resolve mudar o nome do selo para X Of Infamy. O disco seguinte, Funeral For Yesterday, é lançado pelo X Of Infamy em 2007, mesmo ano em que a banda vem para a América do Sul. Em seu show no Brasil, a baixista Trish foi substituída por Ivy Vujic, do In The Wake. O motivo? Trish é anoréxica e teve que entrar em tratamento, o que motivou sua saída da banda. Ivy entrou permanentemente em seu lugar.

Em setembro de 2009, vai chegar às lojas o novo disco, In The Black, pela E1 Music. Algumas das faixas já disponíveis no MySpace da banda são "Sorrow I Know" e "My Plague".

domingo, 19 de julho de 2009

Crucified Barbara

Crucified Barbara é uma banda sueca de heavy metal, formada em 1998. Seu estilo tem influências de hard rock e thrash metal.
É formada por Klara Force (guitarra base), Nicki Wicked (bateria), Mia Coldheart (vocal, guitarra solo) e Ida Evileye (baixo) - ordem da foto.
Lançou apenas dois álbuns: In Distortion We Trust (2005) e 'Til Death Do Us Party (2009).
Dá para perceber que o som delas tem uma grande semelhança com o do Mötorhead, elas abriram shows para eles e o Clutch em 2006. Além disso, gravaram as músicas "Killed By Death" e "Please Don't Touch" para um tributo à turma de Lemmy. Como acontece com toda banda em que Lemmy aparece ao lado, o som delas é excelente (vide Girlschool e Pretenders). No primeiro CD, está presente "Motorfucker", mais um cover.
Top 5 Melhores Músicas:
"Sex Action" (Til Death Do Us Party)
"Rock N' Roll Bachelor" (In Distortion We Trust)
"In Distortion We Trust" (In Distortion We Trust)
"I Need a Cowboy From Hell" (In Distortion We Trust)
"Jennyfer" (Til Death Do Us Party)
Elas parecem levar a sério o estilo de vida rock n' roll das bandas antigas. Os temas das letras são bem parecidos com as das bandas masculinas de heavy metal: bebidas, homens e festas. A música "I Need A Cowboy From Hell" parece fazer menção ao hit do PanterA, "Cowboys From Hell".
Um jeito de acompanhar a vida da banda é pela internet: a vocalista Mia mantém um blog com novidades e bastante fotos. O site oficial, o MySpace e o canal no YouTube também são válidos.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Allison Robertson

Allison Rae Robertson nasceu em 26/08/1979, em North Hollywood, Califórnia. Ainda na infância (não se sabe exatamente quando, mas foi antes dos 10 anos), mudou-se para a cidade de Palo Alto, ainda na Califórnia, onde no 1° dia de aula da quarta série conheceu Torry Castellano. No ano seguinte conheceu Maya Ford e em 1992 conheceu Brett Anderson, que viriam a ser suas melhores amigas e companheiras do The Donnas.

Ela e Maya queriam ter uma banda. Na época, Alli já sabia tocar guitarra e Maya estava engatinhando no baixo. Para completar o grupo (batizado primeiramente de Screen), chamaram Torry para a bateria e Brett para o vocal. Em 1993, no festival "Day On The Green", na escola, aconteceu o primeiro show do Ragady Anne (depois rebatizado para Electrocutes e finalmente para The Donnas, como nome definitivo). O grupo está junto até hoje.

Família: seu pai é o músico Baxter Robertson (compositor da música da trilha sonora do filme Karate Kid). Sua mãe, Lisa Jimenez, trabalhou como atendente da A&M Records e sua irmã, Emily Robertson, é musicista e uma grande amiga do The Donnas. As irmãs Robertson tem uma banda chamada Elle Rae; Emily e Maya dividem um apartamento e a banda Robertson-Ford; e Emily é membro do Youthquake.

Projetos Paralelos: Chelsea Girls (supergrupo de covers); Loudlion (tributo ao Def Leppard); Elle Rae (com sua irmã Emily) e Los Pantuflas (projeto antigo com Maya e um amigo, Jesse, que fazia os shows de abertura do Ragady Anne/Electrocutes).

Guitarras: Fender Telecaster Mexican Made (sua primeira guitarra, que vendeu para comprar sua primeira Gibson); Gibson Explorer; Gibson Les Paul; Gibson SG e Gibson Flying V. Como podemos perceber, Allison é uma grande fã das guitarras Gibson.

Alguns Trabalhos
Alguns desses links são de um show em Huntington Beach, um dos meus preferidos das Donnas. O canal oficial da banda no YouTube é http://www.youtube.com/user/thedonnastv.
Save Me
Solo de guitarra em "Better Off Dancing"
Solo de "Who Invited You"
Youthquake - Lick It Up (part. especial Allison Robertson) - Kiss Cover
Get Rid Of That Girl

Mais informações: http://thedonnas.com.br/thedonnas/allison/

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Joan Jett

Hoje eu vou falar sobre uma mulher que eu admiro muito, a srta. Joan Marie Larkin, mais conhecida como Joan Jett. Por que eu a admiro? Porque ela é um ícone do rock n' roll, inspiração para quase toda banda feminina que existe por aí, ótima guitarrista e vocalista...


Nasceu no dia 22 de setembro de 1958, na Philadelphia. Aos 15 anos, junto com a baterista Sandy West, fundou o grupo The Runaways, uma das primeiras bandas femininas do mundo do rock. O grupo era composto por Joan (guitarra base), Lita Ford (guitarra solo), Cherrie Currie (vocal), Jackie Fox (baixo) e Sandy West (bateria). Após a saída de Currie do grupo, Joan assume os vocais principais. As Runaways foram uma banda extremamente bem sucedida, principalmente no Japão, onde ficam atrás apenas do Kiss e do AC/DC como banda de rock mais popular no país. Após o fim da banda em 1979, Joan parte para carreira solo.
Lança seus primeiros discos solo (Joan Jett e Bad Reputation) sem obter muito sucesso, mas então forma sua própria banda, os Blackhearts, e lança o extremamente bem sucedido I Love Rock N' Roll, cuja faixa-título se tornou um clássico da música popular, não somente do rock (quem nunca ouviu, seja na voz de Joan ou de Britney Spears?). Em 1983, monta sua gravadora, a Blackheart Records para lançar seus álbuns.

Em 1990, lança um disco só de covers, The Hit List, que conta com faixas magníficas (destaque para o cover dos Sex Pistols, "Pretty Vacant"). Seu último disco, até agora, é Sinner, de 2006, mas Joan planeja o lançamento de mais uma coletânea em 2009.

Um filme sobre as Runaways está sendo anunciado para o ano que vem, com Kristen Stewart (a Bella de Crepúsculo) no papel de Joan Jett e Dakota Fanning no papel de Cherrie Currie.

Joan é bastante influente no movimento Riot Grrrl (punk feminista). Produziu o Bikini Kill, cantou com o L7 e o Bratmobile gravou um dos maiores sucessos das Runaways, "Cherry Bomb", em tributo à banda.