Aproveitando a última semana da década de 2000, vou fazer uma lista das melhores músicas da década baseadas no meu gosto pessoal. É apenas um top com músicas boas que representam o cenário musical dessa década, em minha opinião; não levem a classificação a sério.
1. Courtney Love - Sunset Strip [America's Sweetheart, 2004]
2. The Killers - Shadowplay [Sawdust, 2007]
3. The Strokes - 12:51 [Room On Fire, 2004]
4. The Donnas - The Gold Medal [Gold Medal, 2004]
5. Juliette & The Licks - Purgatory Blues [Four on the Floor, 2006]
6. Crucified Barbara - Losing the Game [In Distortion We Trust, 2006]
7. Le Tigre - Nanny Nanny Boo Boo [This Island, 2004]
8. U2 - Elevation [All That You Can't Leave Behind, 2001]
9. Mötley Crüe - The Animal In Me [Saints of Los Angeles, 2008]
10. AC/DC - Rock N' Roll Train [Black Ice, 2008]
11. Foo Fighters - Times Like These [One By One, 2002]
12. Orianthi - Highly Strung [Believe, 2009]
13. Spinnerette - Valium Knights [Spinnerette, 2008]
14. Metallica - St. Anger [St. Anger, 2003]
15. Pink - U + Ur Hand [I'm Not Dead, 2006]
16. Ida Maria - I Like You So Much Better When You're Naked [Fortress Round My Heart, 2008]
17. Bon Jovi - It's My Life [Crush, 2000]
18. 3 Doors Down - Here Without You [Away From the Sun, 2002]
19. Sahara Hotnights - Only The Fakes Survive [Jennie Bomb, 2001]
20. Joan Jett & The Blackhears - A.C.D.C [Sinner, 2006]
21. Kittie - My Plague [In The Black, 2009]
22. Oasis - Songbird [Heathen Chemistry, 2002]
23. The Hellacopters - I'm In the Band [Rock & Roll Is Dead, 2005]
24. Vains of Jenna - Enemy in Me [The Art of Telling Lies, 2009]
25. Lauren Harris - Like It Or Not [Calm Before the Storm, 2008]
sábado, 26 de dezembro de 2009
25 Melhores Músicas da Década (Internacional)
Postado por Cathy às 09:27 1 comentários
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Green Day - American Idiot
Apesar de ser um ótimo disco, American Idiot tem suas músicas ruins: "Give Me Novocaine" não prende a minha atenção de jeito nenhum; e tenho momentos certos pra ouvir "Extraordinary Girl". Mas entre essas duas tem "She's a Rebel", a descrição de Jesus para Whatshername. Com dois minutos, é um punk rock animadinho com uma letra bem legal de cantar junto.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Galeria dos Rockstars Gatos
Primeiro, gostaria de pedir desculpas por tantos dias sem postagem, é porque o meu computador quebrou e foi para o conserto.
Bom, com ajuda de algumas amigas, montei uma "galeria de rockstars gatos" (elas me sugeriram alguns caras). Nossa primeira versão da galeria ficou assim:
Gostaram? O recadinho em vermelho abaixo é somente uma brincadeira interna entre eu e minhas amigas :)
Aceito sugestões de mais rockstars para colocar na galeria, porque tem muito rocker bonito por aí!
Ouvindo agora: One Way Or Another - Blondie
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Lunachicks
Em 1991, saíram em turnê com o Dictators e 1992 viu o segundo lançamento das meninas: Binge & Purge. A baterista Becky deixou a banda. Após a saída de Becky, três bateristas passaram pelo grupo: Kate Schellenbach (1992-1994), Chip English (1994-1999) e Helen Destroy (1999-2000). Depois de migrarem para a Go-Kart Records, elas lançaram Jerk Of All Trades e Pretty Ugly. O último é o disco mais conhecido, que contém a animada "Don't Want You" (que tem um clipe bastante divertido).
Algum tempo depois de Pretty Ugly, Sindi deixa a banda. As Lunachicks lançam um disco ao vivo, Drop Dead Live e o último trabalho de estúdio, Luxury Problem (o melhor, na opinião da blogueira que vos fala). Oficialmente, a banda nunca acabou, mas depois de 2000, elas só fizeram dois shows ao vivo: um em 2002 e outro em 2004.
Atualmente: a cantora Theo formou o Theo & The Skyscrapers com seu marido Sean Pierce (Töilet Boys), que tem uma pegada mais dance-rock. Gina Volpe é a vocalista da banda Bantam, Squid virou tatuadora, Becky foi para o Blaire Bitch Project e Chip toca para o Sucide King. A mais conhecida é a última baterista, Helen Destroy: foi para o tributo feminino ao Led Zeppelin, o Lez Zeppelin.
Postado por Cathy às 16:09 1 comentários
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
Spinnerette
O primeiro disco da banda, Spinnerette, sai em junho de 2009 e recebe excelentes críticas da mídia especializada. Traz 13 faixas de rock n' roll cheio de energia, com certeza uma das melhores bandas da atualidade. Pode chocar alguns fãs dos Distillers, porque é um estilo beeem diferente, mas é uma banda altamente recomendável para fãs de indie rock em geral.
Postado por Cathy às 16:48 1 comentários
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domingo, 11 de outubro de 2009
10 Músicas Incríveis
10 músicas incríveis, perfeitas e inspiradoras que estiveram em alta (pelo menos aqui no meu iTunes) nessa semana. Indico todas!
10 - Valium Knights (Spinnerette)
Brody Dalle é fantástica. Mesmo após o fim dos Distillers em 2003 (causado por sua gravidez), ela formou o excelente Spinnerette, na minha opinião uma das melhores bandas do rock atual. "Valium Knights" tem uma bateria louca, riffs de guitarra marcantes e a voz de Brody botando pra quebrar. Spinnerette pode ficar como um assunto dessa semana.
9 - Please Don't Touch (Mötorhead & Girlschool)
Mötorhead, a banda mais 'bagaceira' de todos os tempos; e o ótimo Girlschool, pioneiro do heavy metal de calcinha fazem uma excelente dupla nessa música. Por alguma razão, me lembra uma música pop mais antiga, causada pelas meninas do Girlschool cantando nos backing vocals. Viciante. Há também uma ótima versão cover dessa música, feita pelo Crucified Barbara com o American Dog, que soa tão boa quanto a original.
8 - Saints Of Los Angeles (Mötley Crüe)
Após alguns discos nem tão bons, como Generation Swine e New Tattoo, o Mötley finalmente acertou e voltou no ano passado com a formação original em Saints Of Los Angeles. Cometi o engano de só dar a devida atenção à música agora, e ela é altamente viciante. Tem uma perfeita entrosação entre a guitarra de Mick Mars (meu mais novo guitarrista preferido) e a bateria de Tommy Lee. Sou suspeita pra falar de Nikki Sixx, um dos meus ídolos; e Vince Neil está com o poder nessa faixa.
7 - Bull In The Heather (Sonic Youth)
Certo, o que é a voz de Kim Althea Gordon? Uma canção de ninar misturada com o experimentalismo encantador do Sonic; as notas das guitarras de Lee Ranaldo e Thurston Moore contrastadas com a bateria de Steve Shelley (que usa um chocalho e uma baqueta nessa música) e o baixo hipnotizante de Kim. É essa a essência do Sonic Youth: uma viagem louca, porém brilhante.
6 - Get Off (The Donnas)
Sou suspeitíssima pra falar de Donnas, afinal, são as garotas que me hipnotizam há mais de um ano. Esse último single do disco Greatest Hits, Vol. 16 traz o melhor trabalho de Maya Ford no baixo até então, excluindo talvez a introdução de "Don't Break Me Down". A voz de Brett Anderson está arrasadora, Allison Robertson consegue nos impressionar com seu riff matador e Torry Castellano nos dá uma amostra de seu trabalho duro, lutando contra a tendinite.
5 - Your Turn (Lauren Harris)
Lauren Harris é uma artista injustiçada. Apenas por ser filha de Steve Harris (o lendário baixista do Iron Maiden), a garota é crucificada pelos fãs. Eu gosto do trabalho dela, e acho que o seu guitarrista solo é realmente muito bom. "Your Turn", uma composição de Lauren, é bastante hard rock e merece ser escutada com atenção. Que tal darmos uma chance à pequena Lauren?
4 - Wait For Me (The Runaways)
Graças à minha amiga Pri (a louca por The Runaways), fui ouvir essa música das Runaways essa semana e me apaixonei. Joan Jett está poderosa na voz e na guitarra base, Lita Ford mostra porque aos 17 anos já era uma das melhores guitarristas do mundo e Sandy West (que Deus a tenha) me dá o maior orgulho de ser a melhor baterista que eu já vi! Além disso, a letra é linda.
3 - Nanny Nanny Boo Boo (Le Tigre)
A melhor banda de dance-punk de todos os tempos faz a minha música preferida para se animar nessa semana. Tem um teclado viciante, a voz das meninas (quer dizer, ainda não sei se JD Samson é um homem ou uma mulher) está fantástica, garantia de sucesso em qualquer festa minimamente underground, os descolados amam Le Tigre.
2 - November Rain (Guns N' Roses)
8:56 do que há de mais perfeito. Piano, Axl Rose, Izzy Stradlin' e Slash em sua dupla perfeita de guitarras; a música dos sonhos. Qualquer performance circa 1993 dessa música é capaz de me comover profundamente, ver Axl Rose tocar piano é quase uma terapia. A letra é linda, a música é profundamente tocante. Quero que toque no meu casamento.
1 - Psycho Circus (KISS)
Eu amo o KISS, amo o Gene Simmons e amo o Paul Stanley. E "Psycho Circus" é seguramente uma das melhores da banda, uma verdadeira "arena rock" (música para cantar em estádios). Qualquer riff poderoso me conquista, e essa obra é uma das melhores. Ouça sem moderação.
AQUI você pode baixar todas essas músicas. "Psycho Circus" vai vir como versão ao vivo, que na minha opinião transmite essa atmosfera de arena rock bem melhor.
Postado por Cathy às 19:00 2 comentários
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
The Donnas - The Donnas Turn 21
Esse é provavelmente um dos meus CDs preferidos das Donnas, porque mescla o punk adolescente que era tão divertido dos primeiros CDs com a nova influência de hard rock das meninas (estou viciada em hard ultimamente). Embora a crítica não goste muito dele e chame de forçado, esse é o sinal de que elas estão se tornando adultas (Deus, na época elas tinham 21 aninhos, agora já tem 30!).
Abre com "Are You Gonna Move It For Me", com um riff matador de Allison e um baixo marcado de Maya Ford; passando para o videoclipe animado "Do You Wanna Hit It", uma das faixas mais legais. O sinal de maturidade das meninas vem com a terceira faixa "40 Boys In 40 Nights" (40 caras em 40 noites, um dos clássicos da banda. A letra diz "passando cada noite em um estado diferente/passando cada noite com um cara diferente").
"Play My Game" é um punk-metal bem high school, começa com uma bateria bem animada que dá vontade de pular cantando a música! Essa também é clássica, um "remix" foi incluído no CD mais recente das Donnas, Greatest Hits Vol. 16 (eu não vi muita diferença no remix, mas eu amo essa música). É uma canção de festa, dá pra dançar tranquilamente em uma balada de rock ao som de "Play My Game", pulando e cantando junto.
A dobradinha "Drivin' Thru My Heart" e "You've Got a Crush On Me" é provavelmente a melhor sequência de músicas da banda em um CD, na minha opinião (uma que pode rivalizar é "Too Fast For Love" e "Zero", de Get Skintight). "Drivin" é a minha preferida no momento e tem tudo o que uma boa música deve ter: é rápida, animada, fácil de cantar, tem um riff muito chiclete e baixo e bateria formam uma dupla incrível. Já "Crush" é sobre dizer a um cara que você sabe que ele gosta de você; acompanhada de uma melodia ao melhor estilo The Donnas.
"Hot Pants" condensa em 2:37 a energia da banda. Sem falar que cantar aquilo acompanhando Brett Anderson é um passatempo: "and tonight I think you've got your hot pants on too tight/You're always wearing those hot pants/And say you're looking for romance". Os cowbells da baterista Torry Castellano no começo dão aquela animada, ainda mais quem é fã da banda sabe como Torry ama usar os cowbells!
Assim como em Get Skintight, o disco anterior, as meninas resolveram fazer uma versão de um clássico do heavy metal: "Living After Midnight", do Judas Priest. Eu gosto da versão, é animada e entendo a escolha da banda: "Vida Após a Meia Noite", para quem quer dar o grito da independência não soa perfeito? O disco fecha "oficialmente" com "Nothing To Do", uma música sobre tédio, mas após um silêncio de 5 minutos, um amigo da baixista Maya canta uma música que a própria escreveu, de um jeito no mínimo... bizarro. Ouça sem moderação e aproveite a festa
Postado por Cathy às 14:18 1 comentários
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Civet
O Civet é uma banda de Los Angeles que toca punk rock/hardcore. É formada por Jacki Valentine (baixo/segunda voz), Suzi Homewrecker (guitarra/segunda voz), Ms. Liza Graves (voz principal/guitarra) e Roxie Darling (bateria).
Elas tem esse estilo de "pin-ups do rock n' roll", com vestidos, saltos e tatuagens, que foi o que me interessou nelas no começo. Mas o CD Hell Hath No Fury tem uma pegada beem hardcore. Elas adotaram o slogan "femme fatalle punk rock", e suas letras são bem agressivas.
Como é uma banda nova, é difícil encontrar informações sobre elas. Mas vale a pena escutar as músicas no MySpace e procurar no youtube.
domingo, 30 de agosto de 2009
10 Músicas do Hole
Diferentemente do Aerosmith, eu sou muito fã do Hole, então posso falar com mais autoridade sobre 10 músicas para conhecer a banda. Vamos lá:
1 - Malibu, do álbum Celebrity Skin
Com certeza, o maior hit da banda. Com certeza você já ouviu essa música em algum lugar. 3:49 de música pop boa para ouvir na estrada, com a janela do carro aberta e o vento nos cabelos. É uma das músicas mais calmas e mais legais do Hole também, merece ser escutada com carinho.
2 - Teenage Whore, do álbum Pretty On The Inside
A primeira música do primeiro CD do Hole, quando eles ainda eram uma banda independente de punk rock. Principalmente depois de se ouvir uma música tão pop quanto "Malibu", você leva um belo susto quando Courtney Love começa a berrar: "when I was a teenage whore", e a pancada de fundo acompanha seus gritos até o fim da música.
3 - I Think I Would Die, do álbum Live Through This
"Eu quero o meu bebê, quem pegou o meu bebê?/Eu quero o meu bebê/Onde está o meu bebê?". O bebê em questão é Frances Bean Cobain, a filha de Courtney e Kurt Cobain (que perderam a guarda da criança por alguns meses em 1994). A música começa com uma guitarra e a voz suave de Courtney, e segue assim até o momento em que ela se revolta. Aí ela começa a dar berros, sua marca registrada.
4 - Olympia, do álbum Live Through This
Primeiro que há uma pequena controvérsia sobre essa música: no álbum o título dela é "Rock Star", mas a verdadeira "Rock Star" (também conhecida como Olympia) é um bootleg perdido. Então, eu chamo essa de "Olympia" por causa da letra, e a outra é a "Rock Star". São 2:42 de punk desenfreado, com uma seção de vocais confusos e efeitos, uma verdadeira bagunça, ao estilo Courtney Love.
4 - Drunk In Rio, não lançada em nenhum disco oficial
Foi composta e gravada aqui no Brasil, em 1993, enquanto Courtney e a baterista Patty Schemel acompanhavam o Nirvana. O nome ("Bêbada no Rio" - Rio de Janeiro) deve ter vindo de alguma das aventuras que o casal Cobain aprontou pelas nossas terras. Zeca Camargo diz em seu livro que enquanto esperava para entrevistar Kurt, podia ouvir o Hole improvisando. "Drunk In Rio" deve ter vindo de alguma dessas improvisações, eu gosto dela porque se Courtney resolveu gravar uma música por aqui, significa que ela gostou do Brasil.
5 - Miss World, do álbum Live Through This
Tenho dois motivos para amar essa música: me apaixonei pelo Hole por causa dela e a primeira vez que ela foi tocada foi aqui no Brasil, na mesma sessão de "Drunk In Rio". Como não amar "Miss World"? Começa com uma introdução linda, tem aquele refrão emocionante, uma das melhores interpretações de Courtney Love. "Eu faço a minha cama/eu deito nela/eu faço a minha cama/eu morrerei nela, meu amigo". E é uma das músicas em que Courtney não solta seus gritos arrepiantes, porém maravilhosos.
6 - Boys On The Radio, do álbum Celebrity Skin
Uma boa dose do pop de Celebrity Skin, um disco bom pra relaxar. Essa tem 5 minutos, mas é totalmente maravilhosa. A dupla Courtney/Melissa Auf der Maur está fantástica nos vocais (a voz doce da Melissa equilibra a da Courtney), só escutando para entender.
7 - Starbelly, do álbum Pretty On The Inside
É uma colagem de vários sons: "Cinnamon Girl" do Neil Young; "Rhiannon" do Fleetwood Mac; estrofes de Courtney cantando e um pedaço de "Best Sunday Dress", original das Pagan Babies, banda de Courtney com Jennifer Finch (L7) e Kat Bjelland (Babes In Toyland), outras bandas grunges dos anos 90. De qualquer modo, eu acho que é uma música fantástica.
8 - Playing Your Song, do álbum Celebrity Skin
Uma música bem animada do Celebrity Skin, é cheia de energia e do que eu chamo de "espírito Courtney": tem seus gritos, alguns momentos de calma e uma guitarra muito louca. Dizem que fala sobre Kurt Cobain.
9 - Retard Girl, do EP The First Session
A primeira música do Hole. É bem agressiva, antecipa a essência do Pretty On The Inside. Começa com um baixo muito louco, depois entra a guitarra, a bateria e os gritos de Courtney. É uma letra sobre seus tempos de escola.
10 - Celebrity Skin, do álbum Celebrity Skin
É uma música sobre glamour, Hollywood, atrizes e fama. Talvez seja uma crítica, talvez seja uma ode. Mas tem toda aquela estrutura pop do disco, com um som bem mais pop e evoluído, mas ainda tem o espírito do Hole, de chocar. E isso é o que eu mais admiro na banda.
Postado por Cathy às 12:11 2 comentários
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Ramones
Tidos como a primeira banda punk, os Ramones se formaram em 1974 no Queens, em Nova York. A primeira formação (que não durou mais do que alguns ensaios) era Jeffrey Hyman (Joey Ramone, bateria), John Cummings (Johnny Ramone, guitarra) e Douglas Colvin (baixo). Douglas arrumou o apelido de Dee Dee Ramone inspirado em Paul McCartney, que usava o nome de Paul Ramone para se hospedar em Ramones. Devido às dificuldades de Jeffrey para cantar e tocar bateria ao mesmo tempo, eles resolveram arrumar um novo baterista.
O novo baterista foi Thomas Erdelyi, que adotou o pseudônimo Tommy Ramone, enquanto Joey passou para o vocal. Os Ramones se tornaram a banda mais influente e famosa da casa CBGB, em Nova York, e lançam o primeiro disco, Ramones (1976). Assim que começam a fazer turnê, várias bandas punks começam a pipocar por aí, entre elas Sex Pistols e The Clash.
Em 1977, o ano do punk, Tommy deixa a banda, mas continua trabalhando com os Ramones como produtor. Entra em seu lugar Marc Bell (Marky Ramone). Os Ramones lançam discos maravilhosos, mas sem sucesso comercial. Como diz o próprio Joey Ramone, "todo mundo diz que adora os Ramones, mas ninguém chama os Ramones para nada".
Houveram muitos problemas internos na banda: Joey e Marky eram alcóolatras, Dee Dee era viciado em heroína, Joey e Johnny passaram 11 anos sem se falar e Dee Dee se sentia isolado. Marky estava tão viciado em álcool que faltou a dois shows. Foi substituído, então, por Richard Reinhardt (Richie Ramone), em 1983. Richie grava três álbuns (Too Tough To Die, Animal Boy e Halfway To Sanity), deixando o grupo em 87, para a volta de Marky, recuperado do alcoolismo.
Os Ramones eram famosos pela simplicidade de suas músicas (os famosos "três acordes" eram sua marca registrada), mas ao mesmo tempo que eram simples e curtas, eram geniais. Ao mesmo tempo que tinham letras mais 'pesadas' ("53Rd & 3Rd", "Somebody Put Something In My Drink") haviam as baladas ("Baby, I Love You", "I Don't Want To Live This Life (Anymore)").
Em 1989, Dee Dee deixa a banda para seguir uma carreira de rapper, como Dee Dee King. Ele se sentia isolado, não considerava mais os Ramones como seus amigos, seu único amigo era Richie. Dee Dee King foi um fracasso. Mas suas músicas continuaram a ser gravadas pelos Ramones
Era hora de procurar alguém para substituir Dee Dee. Eles decidiram pelo jovem Christopher John Ward (C.J. Ramone), um fã dos Ramones há muito tempo e bem mais novo do que todos os integrantes. Ele gravou apenas três álbuns com a banda: Mondo Bizarro, Acid Eaters e Adios Amigos!, os três finais. Finalmente a banda começou a atingir sucesso comercial.
Eles decidiram encerrar a carreira após Joey Ramone descobrir estar com câncer e não poder mais cantar em shows, em 1996. Fizeram uma turnê e um disco de despedida. Oito anos após o fim da banda, os três membros originais estavam mortos: Joey e Johnny morreram de câncer e Dee Dee, de overdose de heroína. Marky pode ser encontrado com o Intruders; CJ fez uma turnê pelo Brasil nesse mês; Tommy continua produzindo e Richie desapareceu do mundo da música