domingo, 31 de janeiro de 2010
Metallica em São Paulo (30/01/2010)
Postado por Cathy às 08:20 4 comentários
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Orianthi - Believe (2009)
Postado por Cathy às 14:45 1 comentários
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Avatar
Eu não costumo falar de cinema por aqui, mas ontem eu fui assistir o tão comentado Avatar. Não tenho muita paciência com ficção científica, mas mesmo assim dei uma chance ao filme.
Uma coisa que é impossível negar: o filme é 90% efeitos especiais e 10% enredo. E é um filme projetado para as telas 3D - o colorido me deixou com dor de cabeça, já que não assisti a versão 3D. O que chamou a atenção do público, em minha opinião, foi a qualidade dos efeitos e o realismo das cenas: os ambientes do filme são altamente realistas.
O enredo consiste em uma missão espacial que vai a um planeta chamado Pandora, que é povoado pelos Na'vi, seres altamente ligados com a natureza. A aldeia onde esses seres vivem fica bem em cima de uma reserva de um minério valiosíssimo. Para viverem no planeta, os seres humanos são conectados a seus avatares (que tem a forma dos Na'vi) mentalmente e vivem uma 'vida virtual' na pele deles.
O personagem principal é Jake Sully, ex-fuzileiro que foi mandado para a missão com o propósito de substituir seu irmão Tommy, que foi assassinado. Ele se mistura aos nativos e aprende como se tornar parte da tribo. Os humanos o instruem para que descubra o que os Na'vi querem em troca de deixarem a reserva.
Jake aprende lições valiosas, sobre o que a natureza significa para esse povo (semelhante aos índios). Só eu achei que existe alguma semelhança entre a história do filme e a da colonização brasileira?
É um filme recomendável, mas não achei tudo isso não. Esperava mais (talvez o desapontamento de não poder ver em 3D tirasse um pouco minha animação).
Postado por Cathy às 09:59 1 comentários
domingo, 13 de dezembro de 2009
Veruca Salt
Uma das bandas mais legais dos anos 90. Se você viveu aquela época e se interessava por rock alternativo, provavelmente já ouviu Veruca Salt. Senão, vai conhecer aqui.
Em 1997, o grupo lançou o segundo disco, Eight Arms to Hold You, produzido por Bob Rock, o "homem de platina" (para se ter uma idéia, Bob produziu alguns dos discos mais vendidos de todos os tempos - seus trabalhos mais notáveis incluem Dr. Feelgood do Mötley Crüe e Black Album do Metallica). O grande sucesso da vez foi "Volcano Girls", que foi para a trilha sonora do filme Um Crime entre Amigas. Pouco tempo após o lançamento do disco, Jim (bateria) deixou a banda, e foi substituído por Stacy Jones, que tocou durante a turnê, mas não gravou nada com eles.
Postado por Cathy às 15:29 1 comentários
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sábado, 5 de dezembro de 2009
Mötley Crüe - Saints of Los Angeles
Como eu já comentei muitas vezes aqui, o Mötley Crüe é uma das minhas bandas preferidas. O último disco de inéditas da banda, Saints Of Los Angeles, é o primeiro em 11 anos a conter a formação original da banda (Vince Neil no vocal, Mick Mars na guitarra, Nikki Sixx no baixo e Tommy Lee na bateria).
Para quem curte o som glam da banda, como o dos discos dos anos 80 (Too Fast for Love, Shout at the Devil, Theatre of Pain, Girls Girls Girls e Dr. Feelgood), Saints of Los Angeles pode assustar um pouco (principalmente se você não for um fã da banda. Esse disco tem uma pegada bem menos 'glam metal' e chega, em alguns momentos, a lembrar o som do Papa Roach e essas novas bandas de hard rock.
Produzido por James Michael (do Sixx:A.M, projeto paralelo do baixista Nikki), Saints abre com "L.A.M.F", uma introdução com pouco mais de um minuto, que chega a lembrar "T.N.T (Terror N' Tinseltown", de Dr. Feelgood. "Face Down in The Dirt" tem um ritmo animado, mas a próxima faixa, "What's It Gonna Take", é bem melhor, principalmente graças ao trabalho de Mick Mars.
Depois de uma música que não soa muito bem aos meus ouvidos ("Down At The Whiskey") vem as seis faixas que fazem o disco valer a pena. São elas "Saints of Los Angeles", "Mutherfucker of the Year", "The Animal in Me", "Welcome to the Machine" e "Chicks = Trouble". A faixa título, também escolhida para ser o primeiro single, tem uma pegada contagiante e tem um trabalho interessante por parte de Nikki Sixx.
"Mutherfucker", o segundo single, tem um refrão legal: "here I am again, hey now, hey now, I'm the mutherfucker of the year", que você gosta de cantar junto. "The Animal In Me" tem uma distorção muito legal (um ponto a favor desse disco: ele tem guitarras bem pesadas) e uma bateria forte. "Welcome to the Machine" é, na minha opinião, uma das faixas com o vocal mais legal (vamos admitir, Vince Neil não canta tão bem assim, e não tem mais alcance para cantar suas músicas antigas - veja vídeos da turnê Carnival of Sins).
"Chicks = Trouble", é uma das mais chicletes. Logo depois vem "This Ain't a Love Song", "White Trash Circus" e "Goin' Out Swingin'", legaizinhas, mas nada perto de "The Animal In Me" ou "Saints of Los Angeles".
Uma nota para esse disco? 7. Se você quiser conhecer o Crüe clássico, baixe o Girls, Girls, Girls e aproveite o melhor do glam metal oitentista.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Green Day - American Idiot
Apesar de ser um ótimo disco, American Idiot tem suas músicas ruins: "Give Me Novocaine" não prende a minha atenção de jeito nenhum; e tenho momentos certos pra ouvir "Extraordinary Girl". Mas entre essas duas tem "She's a Rebel", a descrição de Jesus para Whatshername. Com dois minutos, é um punk rock animadinho com uma letra bem legal de cantar junto.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
The Donnas - The Donnas Turn 21
Esse é provavelmente um dos meus CDs preferidos das Donnas, porque mescla o punk adolescente que era tão divertido dos primeiros CDs com a nova influência de hard rock das meninas (estou viciada em hard ultimamente). Embora a crítica não goste muito dele e chame de forçado, esse é o sinal de que elas estão se tornando adultas (Deus, na época elas tinham 21 aninhos, agora já tem 30!).
Abre com "Are You Gonna Move It For Me", com um riff matador de Allison e um baixo marcado de Maya Ford; passando para o videoclipe animado "Do You Wanna Hit It", uma das faixas mais legais. O sinal de maturidade das meninas vem com a terceira faixa "40 Boys In 40 Nights" (40 caras em 40 noites, um dos clássicos da banda. A letra diz "passando cada noite em um estado diferente/passando cada noite com um cara diferente").
"Play My Game" é um punk-metal bem high school, começa com uma bateria bem animada que dá vontade de pular cantando a música! Essa também é clássica, um "remix" foi incluído no CD mais recente das Donnas, Greatest Hits Vol. 16 (eu não vi muita diferença no remix, mas eu amo essa música). É uma canção de festa, dá pra dançar tranquilamente em uma balada de rock ao som de "Play My Game", pulando e cantando junto.
A dobradinha "Drivin' Thru My Heart" e "You've Got a Crush On Me" é provavelmente a melhor sequência de músicas da banda em um CD, na minha opinião (uma que pode rivalizar é "Too Fast For Love" e "Zero", de Get Skintight). "Drivin" é a minha preferida no momento e tem tudo o que uma boa música deve ter: é rápida, animada, fácil de cantar, tem um riff muito chiclete e baixo e bateria formam uma dupla incrível. Já "Crush" é sobre dizer a um cara que você sabe que ele gosta de você; acompanhada de uma melodia ao melhor estilo The Donnas.
"Hot Pants" condensa em 2:37 a energia da banda. Sem falar que cantar aquilo acompanhando Brett Anderson é um passatempo: "and tonight I think you've got your hot pants on too tight/You're always wearing those hot pants/And say you're looking for romance". Os cowbells da baterista Torry Castellano no começo dão aquela animada, ainda mais quem é fã da banda sabe como Torry ama usar os cowbells!
Assim como em Get Skintight, o disco anterior, as meninas resolveram fazer uma versão de um clássico do heavy metal: "Living After Midnight", do Judas Priest. Eu gosto da versão, é animada e entendo a escolha da banda: "Vida Após a Meia Noite", para quem quer dar o grito da independência não soa perfeito? O disco fecha "oficialmente" com "Nothing To Do", uma música sobre tédio, mas após um silêncio de 5 minutos, um amigo da baixista Maya canta uma música que a própria escreveu, de um jeito no mínimo... bizarro. Ouça sem moderação e aproveite a festa
Postado por Cathy às 14:18 1 comentários
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
The Donnas - Gold Medal
Esse é o disco mais inovador do The Donnas. Diferentemente do anterior, Spend The Night (sucesso de vendas, com o maior hit das meninas até hoje, "Take It Off"), que continha músicas punk-pop e chicletes, esse traz músicas mais suaves com violão e teclado. A capa traz uma referência a Revolver, dos Beatles. Gold Medal abre com o riff matador de Allison Robertson em "I Don't Want To Know (If You Don't Want Me)", a bateria poderosa de Torry Castellano (que gravou o disco superando a tendinite de Quervain) dá o tom enquanto a vocalista Brett Anderson canta "eu não me quero saber se você não me quer, não". A música foi até mesmo tema de uma série de TV americana, South Of Nowhere.
Há também "Don't Break Me Down", com uma linda introdução de baixo, cortesia de Maya Ford. É a música mais agressiva do disco, se comparada à faixas como "Revolver" e "Is That All You've Got For Me". A interação entre o baixo e a guitarra é marcante, bela e surpreendente. Brett canta com força, dando personalidade à letra. O solo de guitarra é fantástico, o melhor do disco inteiro.
"It's So Hard", uma música animada e um pouco dançante. A performance de Allison na guitarra é bem legal, assim como a bateria. Mas a estrela do disco é "The Gold Medal", que é rápida, animada, mas ao mesmo tempo relaxante. Tem um solo de piano sobreposto ao de guitarra (a primeira vez em que Brett se arrisca no instrumento), uma letra chiclete e fácil de decorar, mas não foi um grande sucesso - não é nem tocada nos shows.
Como disseram as próprias Donnas, esse foi o disco em que elas tentaram se achar, fazer tudo calmamente, do jeito delas, sem pressa de lançar um disco por ano, refletindo e dando suas próprias opiniões. Talvez seja por isso que ele é tão bom.
Postado por Cathy às 14:18 2 comentários
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Madonna
20/12/2008 vai ficar na memória. Como o dia em que eu realmente entendi o que é um megashow, um espetáculo. Do que eu estou falando? Da verdadeira diva pop, da rainha Madonna!
Foi realmente bom. Ela canta, dança, toca guitarra, pula corda... E fala com o público. Realmente senti a sinceridade dela falando com todo mundo, que ela estava feliz de estar ali. Óbvio que não dá pra acreditar no "I love you, São Paulo!", porque ela deve falar isso em todas as cidades.
Palavras para descrever? Espetáculo, perfeito, artístico, indescritível, talvez? Os perrengues para conseguir o ingresso realmente valeram a pena!
Melhores momentos: "Candy Shop" (a primeira música), "Like a Prayer", "La Isla Bonita", "4 Minutes" e a última música, "Give It 2 Me". Como disse uma moça na fila do ingresso, você vai sem conhecer muito bem o trabalho e sai de lá maravilhado com a mágica de Madonna.
Postado por Cathy às 07:09 2 comentários
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
My Super Sweet Sixteen
Pra quem não sabe, o My Super Sweet Sixteen é um programa que mostra adolescentes ricos (geralmente patricinhas) americanos preparando suas festas de debutante. A abertura é recheada de imagens de episódios passados com uma música da Hilary Duff, Sweet Sixteen.
Pontos Altos:
• Dá pra fantasiar o jeito que você iria fazer uma super festa se você tivesse condições financeiras, como aqueles adolescentes.
• O excesso de futilidade deles é divertido, de vez em quando. E aí acontecem os problemas: os convites não chegam na data certa, o vestido não serve, o convidado musical que você queria não pode ir... Até os ricos têm problemas!
Pontos Baixos
• A futilidade deles chega a ser irritante. Precisa de um pouco de paciência para aguentar aquelas menininhas dizendo "Papai! Papai! Papai!" a cada necessidade, não sabem se virar sozinhas.
Que eu tenha notado, o ponto baixo é esse... Nota: 7/10.
Passa na MTV, às 23:00, de terça à domingo.
Postado por Cathy às 04:43 2 comentários
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
The Donnas - Spend the Night
SIIM! Após meses de procura, eu comprei o CD das Donnas. O único lançado por uma gravadora brasileira é o Spend the Night, que tem o maior sucesso delas, Take it Off, se bem que na minha opinião humilde existem músicas melhores. Aqui vai a minha resenha:
Todas as músicas seguem a linha punk com refrões e linhas pop. Eu costumo definir o som como um punk sujo cruzado com pop e hard rock. O disco é curto, com menos de 50 minutos, mas define direitinho o que as moças querem dizer: garotas só querem se divertir! Esse disco veio com uma faixa bônus, Big Rig, que é do mesmo tipo das outras: gostosa de ouvir. Gostei também do design do disco, todo em clima de festa do pijama.
Melhores faixas: Take it Off, Too Bad About Your Girl, I Don't Care (So There), You Wanna Get Me High e Dirty Denim. Não que as outras sejam ruins, mas essas são as minhas preferidas.
Postado por Cathy às 06:02 1 comentários