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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Sleaze Rock

Hoje não vou falar de uma banda ou de um disco, mas sim de todo um estilo musical: o sleaze rock. O sleaze rock é nada mais do que um revival do glam metal oitentista (bandas como Poison, Cinderella e Mötley Crüe representam o estilo) com influência de bandas punks.


A maioria das bandas de sleaze são suecas (na minha opinião, o novo pólo mundial do rock – as bandas suecas são MUITO boas!), como o Vains of Jenna, o Crashdïet e o Hardcore Superstar, os mais famosos expoentes do gênero no mundo.


Como no movimento oitentista, o visual é bastante importante para as bandas de sleaze: jeans rasgados, calças de couro, bandanas, camisetas pretas, botas e pulseiras, além da maquiagem nos olhos (como você pode ver na foto do Vains of Jenna acima). Mas, como o visual não é tudo, é claro que a música sleaze tem características próprias, como o vocal rasgado, as guitarras distorcidas, a bateria rápida (influência dos punks), além de solos cheios de distorção que abandonam um pouco a influência do blues do hard rock oitentista.


No Brasil, temos representantes do sleaze também: Bastardz (que apesar de uma mudança grande no estilo, continua fazendo ótimas músicas – e abriu o show do Crashdïet no Brasil em 2008), o Pink Dolls (que havia sido cotado para abrir o show do Hardcore Superstar, que não aconteceu) e o Obsexsion (que acabou em 2009).


E, apesar de serem poucas, também temos as garotas Sleaze: o Vision, uma banda inteiramente feminina, que participará do festival sueco Rest In Sleaze (promovido pela mãe de Dave Lepard, ex-vocalista do Crashdïet – morto em 2005) e o Vanity Blvd – que tem somente a vocalista Cindi de garota, e se descreve como Mötley Crüe com uma garota no vocal.

sábado, 26 de dezembro de 2009

25 Melhores Músicas da Década (Internacional)

Aproveitando a última semana da década de 2000, vou fazer uma lista das melhores músicas da década baseadas no meu gosto pessoal. É apenas um top com músicas boas que representam o cenário musical dessa década, em minha opinião; não levem a classificação a sério.

1. Courtney Love - Sunset Strip [America's Sweetheart, 2004]
2. The Killers - Shadowplay [Sawdust, 2007]
3. The Strokes - 12:51 [Room On Fire, 2004]
4. The Donnas - The Gold Medal [Gold Medal, 2004]
5. Juliette & The Licks - Purgatory Blues [Four on the Floor, 2006]
6. Crucified Barbara - Losing the Game [In Distortion We Trust, 2006]
7. Le Tigre - Nanny Nanny Boo Boo [This Island, 2004]
8. U2 - Elevation [All That You Can't Leave Behind, 2001]
9. Mötley Crüe - The Animal In Me [Saints of Los Angeles, 2008]
10. AC/DC - Rock N' Roll Train [Black Ice, 2008]
11. Foo Fighters - Times Like These [One By One, 2002]
12. Orianthi - Highly Strung [Believe, 2009]
13. Spinnerette - Valium Knights [Spinnerette, 2008]
14. Metallica - St. Anger [St. Anger, 2003]
15. Pink - U + Ur Hand [I'm Not Dead, 2006]
16. Ida Maria - I Like You So Much Better When You're Naked [Fortress Round My Heart, 2008]
17. Bon Jovi - It's My Life [Crush, 2000]
18. 3 Doors Down - Here Without You [Away From the Sun, 2002]
19. Sahara Hotnights - Only The Fakes Survive [Jennie Bomb, 2001]
20. Joan Jett & The Blackhears - A.C.D.C [Sinner, 2006]
21. Kittie - My Plague [In The Black, 2009]
22. Oasis - Songbird [Heathen Chemistry, 2002]
23. The Hellacopters - I'm In the Band [Rock & Roll Is Dead, 2005]
24. Vains of Jenna - Enemy in Me [The Art of Telling Lies, 2009]
25. Lauren Harris - Like It Or Not [Calm Before the Storm, 2008]

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Top 10 Baladas de Rock

Para estrear meu novo layout azul, vamos com uma lista das minhas 10 baladinhas de rock preferidas. Obviamente, existem várias, então talvez eu faça uma segunda parte dessa lista.

10 - Candy (Iggy Pop & Kate Pierson)
O rei do punk, Iggy Pop, nunca tinha tido um único sucesso antes de lançar esse single, um dueto com a maravilhosa diva do B-52's, a ruiva Kate Pierson. É uma daquelas músicas que todo mundo já escutou, sabe? E tem uma letra feita pra cantar junto, além de ser uma música simples: guitarra, baixo e bateria, sem efeito nenhum. Lembra-se de "quanto menos, melhor"? Só a voz linda de Kate já dá tudo o que a música precisa.


9 - Waitin' For The Night (The Runaways)
Tinha que ter um tempero de uma banda totalmente calcinha nesse post. "Waitin' For The Night", do disco homônimo, o primeiro sem Cherie Currie, começa com uma guitarra linda e delicada, diferente da postura arrasadora das Runaways. Joan Jett começa a música sozinha, e depois entra o resto da banda. Uma linda balada adolescente, mostra o poder da voz da srta. Jett e da bateria de Sandy West.


8 - Dream On (Ronnie James Dio & Yngie Malmsteen)
Eu sei que a versão original dessa música é do Aerosmith, mas eu prefiro essa versão, porque a que fez eu me apaixonar por essa balada. Apesar de eu não gostar do Yngwie Malmsteen (tenho uma certa implicância com guitarristas virtuosos que fazem solos complexíssimos com 25 notas por segundo), admito que ele é um ótimo guitarrista; embora eu preste mais atenção na voz e no piano do que na guitarra propriamente dita. É uma música bonita e viciante.


7 - Wasting Love (Iron Maiden)
Um dos melhores riffs de todos os tempos, na opinião da humilde blogueira que vos fala. É daqueles arrepiantes, mas de um jeito bom. E a forma como Bruce Dickinson canta a letra é convincente: ele realmente está sentindo o que está cantando. E isso é o que faz um bom vocalista, para mim: a habilidade de transmitir o sentimento da letra. Apesar de ser uma música sofrida, é linda.


6 - Forever (KISS)
A banda mais festeira do rock n' roll também tem suas baladas, e "Forever" é a melhor dela. Eu amo o solo, amo o riff, a voz e a letra, que fala sobre fazer algo durar para sempre. E como eu tenho um fraco incurável por baladas, o KISS está presente nessa lista.


5 - Don't Cry (Guns N' Roses)
"Mas Cathy, 'November Rain' é mais bonita". Já fiz uma descrição de "November Rain" e não quero fazer de novo. Além disso, "Don't Cry" é melhor. Tem um refrão pegajoso e fácil de cantar junto, além de um dos melhores solos de Slash na guitarra. Eu também adoro o trabalho de Duff McKagan (baixo) nessa faixa. É uma música que tem poder terapêutico para mim.


4 - Nothing Else Matters (Metallica)
Vários vão dizer que preferem "The Unforgiven", mas "Nothing Else Matters" é a melhor. O melhor refrão, o melhor riff e o solo mais destruidor. Estou num momento de vício em Metallica, então vou parar por aqui para não ficar descrevendo toda a estrutura da música. Admiro muito James Hetfield por causa de suas letras.

3 - Home Sweet Home (Mötley Crüe)
Uma banda que adora baladas, no melhor estilo glam metal. Deles, as mais conhecidas são "Home Sweet Home", "You're All I Need" e "Without You". Por ter uma letra não tão melosa, eu amo "Home". Além daquela introdução de piano que não dura a música inteira, esse é um ponto importante para mim. Fala sobre estar na sua casa, onde você realmente se sente bem. E hoje é aniversário do Nikki Sixx, vamos homenagear ele. #HappyBirthdayNikki

2 - Stairway to Heaven (Led Zeppelin)
Clássica das clássicas, provavelmente a balada mais conhecida do mundo. E é linda. Da banda 'criadora' do hard rock, com o deus da guitarra Jimmy Page fazendo uma introdução perfeita. E o solo de guitarra? Um dos melhores da história do rock n' roll. A letra (que eu faço questão de um dia saber inteira) declamada por Robert Plant de uma maneira emocionante, acompanhada pela levada do baixo e os ritmos de John Bonham ao decorrer da música se completam. "And she's buying... a stairway to heaven". A versão ao vivo é ainda mais bonita.

1 - More Than Words (Extreme)
Mais uma da lista "músicas que todo mundo já ouviu". Composta por voz, violão e um pouco de percussão, ela completa a teoria de que o melhor se faz de forma sincera, sem muitos enfeites. Claro que existem exceções. E fala sobre sentimentos verdadeiros. Talvez seja meu fraco incurável por hair bands e baladas misturado, mas eu acho uma das músicas mais perfeitas de todos os tempos, em sua simplicidade.

Ficou faltando alguma? Um monte. Deixe sua sugestão nos comentários, quem sabe não vem uma parte 2 dessa lista?

sábado, 5 de dezembro de 2009

Mötley Crüe - Saints of Los Angeles

Como eu já comentei muitas vezes aqui, o Mötley Crüe é uma das minhas bandas preferidas. O último disco de inéditas da banda, Saints Of Los Angeles, é o primeiro em 11 anos a conter a formação original da banda (Vince Neil no vocal, Mick Mars na guitarra, Nikki Sixx no baixo e Tommy Lee na bateria).

Para quem curte o som glam da banda, como o dos discos dos anos 80 (Too Fast for Love, Shout at the Devil, Theatre of Pain, Girls Girls Girls e Dr. Feelgood), Saints of Los Angeles pode assustar um pouco (principalmente se você não for um fã da banda. Esse disco tem uma pegada bem menos 'glam metal' e chega, em alguns momentos, a lembrar o som do Papa Roach e essas novas bandas de hard rock.

Produzido por James Michael (do Sixx:A.M, projeto paralelo do baixista Nikki), Saints abre com "L.A.M.F", uma introdução com pouco mais de um minuto, que chega a lembrar "T.N.T (Terror N' Tinseltown", de Dr. Feelgood. "Face Down in The Dirt" tem um ritmo animado, mas a próxima faixa, "What's It Gonna Take", é bem melhor, principalmente graças ao trabalho de Mick Mars.

Depois de uma música que não soa muito bem aos meus ouvidos ("Down At The Whiskey") vem as seis faixas que fazem o disco valer a pena. São elas "Saints of Los Angeles", "Mutherfucker of the Year", "The Animal in Me", "Welcome to the Machine" e "Chicks = Trouble". A faixa título, também escolhida para ser o primeiro single, tem uma pegada contagiante e tem um trabalho interessante por parte de Nikki Sixx.

"Mutherfucker", o segundo single, tem um refrão legal: "here I am again, hey now, hey now, I'm the mutherfucker of the year", que você gosta de cantar junto. "The Animal In Me" tem uma distorção muito legal (um ponto a favor desse disco: ele tem guitarras bem pesadas) e uma bateria forte. "Welcome to the Machine" é, na minha opinião, uma das faixas com o vocal mais legal (vamos admitir, Vince Neil não canta tão bem assim, e não tem mais alcance para cantar suas músicas antigas - veja vídeos da turnê Carnival of Sins).

"Chicks = Trouble", é uma das mais chicletes. Logo depois vem "This Ain't a Love Song", "White Trash Circus" e "Goin' Out Swingin'", legaizinhas, mas nada perto de "The Animal In Me" ou "Saints of Los Angeles".

Uma nota para esse disco? 7. Se você quiser conhecer o Crüe clássico, baixe o Girls, Girls, Girls e aproveite o melhor do glam metal oitentista.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Orianthi

Orianthi Panagaris, conhecida somente como Orianthi, é uma guitarrista australiana. Aos 6 anos, aprendeu a tocar violão (por influência do pai) e aos 11, ganhou sua primeira guitarra elétrica. Começou a formar bandas em lugares variados, como França e Inglaterra aos 14 anos e aos 15 largou a escola para se dedicar exclusivamente à música.

Com 15 anos, Ori fez seu primeiro show de abertura para ninguém menos do que Steve Vai, o mestre da guitarra. Aos 18, dividiu o palco com Carlos Santana e participou de uma jam com ele. Ela já tocou com Prince; teve uma música no filme das Bratz; tocou no Eric Clapton Crossroads Guitar Festival e apareceu na lista das 12 melhores guitarristas de todos os tempos. Tudo isso com apenas 24 anos.

Mas o motivo de seu reconhecimento foi tocar com o rei do pop, Michael Jackson, no filme This Is It (ela tocaria na turnê, cancelada por causa da morte de Michael). O que? Agora está lembrando da Ori? Ela tocou no funeral do rei, que foi televisionado no mundo inteiro!

Seu segundo disco solo, Believe (2009), é realmente muito bom. Vale a pena escutar as faixas "According To You", "Think Like a Man", "What's Gonna Be" e, principalmente, "Highly Strung" para ver como Orianthi é talentosa, tanto na guitarra como cantando.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Galeria dos Rockstars Gatos

Primeiro, gostaria de pedir desculpas por tantos dias sem postagem, é porque o meu computador quebrou e foi para o conserto.

Bom, com ajuda de algumas amigas, montei uma "galeria de rockstars gatos" (elas me sugeriram alguns caras). Nossa primeira versão da galeria ficou assim:




Gostaram? O recadinho em vermelho abaixo é somente uma brincadeira interna entre eu e minhas amigas :)
Aceito sugestões de mais rockstars para colocar na galeria, porque tem muito rocker bonito por aí!

Ouvindo agora: One Way Or Another - Blondie

domingo, 11 de outubro de 2009

10 Músicas Incríveis

10 músicas incríveis, perfeitas e inspiradoras que estiveram em alta (pelo menos aqui no meu iTunes) nessa semana. Indico todas!

10 - Valium Knights (Spinnerette)
Brody Dalle é fantástica. Mesmo após o fim dos Distillers em 2003 (causado por sua gravidez), ela formou o excelente Spinnerette, na minha opinião uma das melhores bandas do rock atual. "Valium Knights" tem uma bateria louca, riffs de guitarra marcantes e a voz de Brody botando pra quebrar. Spinnerette pode ficar como um assunto dessa semana.

9 - Please Don't Touch (Mötorhead & Girlschool)
Mötorhead, a banda mais 'bagaceira' de todos os tempos; e o ótimo Girlschool, pioneiro do heavy metal de calcinha fazem uma excelente dupla nessa música. Por alguma razão, me lembra uma música pop mais antiga, causada pelas meninas do Girlschool cantando nos backing vocals. Viciante. Há também uma ótima versão cover dessa música, feita pelo Crucified Barbara com o American Dog, que soa tão boa quanto a original.

8 - Saints Of Los Angeles (Mötley Crüe)
Após alguns discos nem tão bons, como Generation Swine e New Tattoo, o Mötley finalmente acertou e voltou no ano passado com a formação original em Saints Of Los Angeles. Cometi o engano de só dar a devida atenção à música agora, e ela é altamente viciante. Tem uma perfeita entrosação entre a guitarra de Mick Mars (meu mais novo guitarrista preferido) e a bateria de Tommy Lee. Sou suspeita pra falar de Nikki Sixx, um dos meus ídolos; e Vince Neil está com o poder nessa faixa.

7 - Bull In The Heather (Sonic Youth)
Certo, o que é a voz de Kim Althea Gordon? Uma canção de ninar misturada com o experimentalismo encantador do Sonic; as notas das guitarras de Lee Ranaldo e Thurston Moore contrastadas com a bateria de Steve Shelley (que usa um chocalho e uma baqueta nessa música) e o baixo hipnotizante de Kim. É essa a essência do Sonic Youth: uma viagem louca, porém brilhante.

6 - Get Off (The Donnas)
Sou suspeitíssima pra falar de Donnas, afinal, são as garotas que me hipnotizam há mais de um ano. Esse último single do disco Greatest Hits, Vol. 16 traz o melhor trabalho de Maya Ford no baixo até então, excluindo talvez a introdução de "Don't Break Me Down". A voz de Brett Anderson está arrasadora, Allison Robertson consegue nos impressionar com seu riff matador e Torry Castellano nos dá uma amostra de seu trabalho duro, lutando contra a tendinite.

5 - Your Turn (Lauren Harris)
Lauren Harris é uma artista injustiçada. Apenas por ser filha de Steve Harris (o lendário baixista do Iron Maiden), a garota é crucificada pelos fãs. Eu gosto do trabalho dela, e acho que o seu guitarrista solo é realmente muito bom. "Your Turn", uma composição de Lauren, é bastante hard rock e merece ser escutada com atenção. Que tal darmos uma chance à pequena Lauren?

4 - Wait For Me (The Runaways)
Graças à minha amiga Pri (a louca por The Runaways), fui ouvir essa música das Runaways essa semana e me apaixonei. Joan Jett está poderosa na voz e na guitarra base, Lita Ford mostra porque aos 17 anos já era uma das melhores guitarristas do mundo e Sandy West (que Deus a tenha) me dá o maior orgulho de ser a melhor baterista que eu já vi! Além disso, a letra é linda.

3 - Nanny Nanny Boo Boo (Le Tigre)
A melhor banda de dance-punk de todos os tempos faz a minha música preferida para se animar nessa semana. Tem um teclado viciante, a voz das meninas (quer dizer, ainda não sei se JD Samson é um homem ou uma mulher) está fantástica, garantia de sucesso em qualquer festa minimamente underground, os descolados amam Le Tigre.

2 - November Rain (Guns N' Roses)
8:56 do que há de mais perfeito. Piano, Axl Rose, Izzy Stradlin' e Slash em sua dupla perfeita de guitarras; a música dos sonhos. Qualquer performance circa 1993 dessa música é capaz de me comover profundamente, ver Axl Rose tocar piano é quase uma terapia. A letra é linda, a música é profundamente tocante. Quero que toque no meu casamento.

1 - Psycho Circus (KISS)
Eu amo o KISS, amo o Gene Simmons e amo o Paul Stanley. E "Psycho Circus" é seguramente uma das melhores da banda, uma verdadeira "arena rock" (música para cantar em estádios). Qualquer riff poderoso me conquista, e essa obra é uma das melhores. Ouça sem moderação.

AQUI você pode baixar todas essas músicas. "Psycho Circus" vai vir como versão ao vivo, que na minha opinião transmite essa atmosfera de arena rock bem melhor.

sábado, 3 de outubro de 2009

Guns N' Roses

Conhecidos nos longínquos anos 90 como "a banda mais perigosa do planeta", o Guns N' Roses é uma banda de hard rock californiana formada, em seus anos dourados, por Axl Rose (voz/piano), Slash (guitarra solo), Izzy Stradlin' (guitarra base), Duff McKagan (baixo) e Steven Adler (bateria). Nos anos 80, a onda do glam metal se espalhou pelo planeta com bandas como Poison, Mötley Crüe, Cinderella, Warrant e outras mais, que tocavam um hard rock bastante energético com letras basicamente sobre garotas. Mas o assunto aqui é o Guns, e não o glam metal em si.

O primeiro disco, Appetite For Destruction (1987), apresentou músicas como "Sweet Child O' Mine", "Welcome To The Jungle", "Paradise City" (três singles de sucesso, sendo "Sweet Child" o maior sucesso da banda), "Rocket Queen" e "My Michelle". A habilidade de Slash como guitarrista solo foi revelada nesse disco, como o riff de "Sweet Child O' Mine", um dos mais marcantes da história do rock n' roll. O álbum vendeu mais de 28 milhões de cópias no mundo inteiro, e é o segundo disco de estréia mais vendido do mundo.

No ano seguinte, sai GNR Lies, com dois sucessos: "Patience" (uma das mais famosas da banda, com seu assobio característico no início) e "Used To Love Her", uma música de violão bastante animada; outra ótima música é "You're Crazy". Em 1991, o Guns lança dois discos ao mesmo tempo: Use Your Illusion I e II, que ocupam imediatamente o primeiro e o segundo lugar da Billboard. UYI I tem faixas mais calmas, como "November Rain" e "Don't Cry", duas belíssimas músicas, e o cover de Paul McCartney "Live And Let Die". Já o II traz a segunda parte da "trilogia de músicas" do Guns, formada por "November Rain", "Don't Cry" e "Estranged" - a última, incluída no segundo volume. Os hits "Knockin' On Heaven's Door" e "You Could Be Mine" (da trilha de Exterminador do Futuro II) também estão presentes. Nesses discos, ouve a inclusão de Matt Sorum, substituindo Steven Adler na bateria, e Dizzy Reed, nos teclados.

Após The Spaghetti Incident? de 1993, Slash, Duff e Izzy deixaram a banda, que nunca voltou a ser a mesma. Axl ficou durante 15 anos promentendo o novo disco do Guns, Chinese Democracy, com formações mutantes, sendo ele o único membro original e "dono" da banda. O som de Chinese, lançado em novembro de 2008, não lembra nada o som dos anos 90 que a banda produzia. O disco é considerado o mais caro da história, custando mais de 13 milhões de dólares.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

The Donnas - The Donnas Turn 21



Esse é provavelmente um dos meus CDs preferidos das Donnas, porque mescla o punk adolescente que era tão divertido dos primeiros CDs com a nova influência de hard rock das meninas (estou viciada em hard ultimamente). Embora a crítica não goste muito dele e chame de forçado, esse é o sinal de que elas estão se tornando adultas (Deus, na época elas tinham 21 aninhos, agora já tem 30!).

Abre com "Are You Gonna Move It For Me", com um riff matador de Allison e um baixo marcado de Maya Ford; passando para o videoclipe animado "Do You Wanna Hit It", uma das faixas mais legais. O sinal de maturidade das meninas vem com a terceira faixa "40 Boys In 40 Nights" (40 caras em 40 noites, um dos clássicos da banda. A letra diz "passando cada noite em um estado diferente/passando cada noite com um cara diferente").

"Play My Game" é um punk-metal bem high school, começa com uma bateria bem animada que dá vontade de pular cantando a música! Essa também é clássica, um "remix" foi incluído no CD mais recente das Donnas, Greatest Hits Vol. 16 (eu não vi muita diferença no remix, mas eu amo essa música). É uma canção de festa, dá pra dançar tranquilamente em uma balada de rock ao som de "Play My Game", pulando e cantando junto.

A dobradinha "Drivin' Thru My Heart" e "You've Got a Crush On Me" é provavelmente a melhor sequência de músicas da banda em um CD, na minha opinião (uma que pode rivalizar é "Too Fast For Love" e "Zero", de Get Skintight). "Drivin" é a minha preferida no momento e tem tudo o que uma boa música deve ter: é rápida, animada, fácil de cantar, tem um riff muito chiclete e baixo e bateria formam uma dupla incrível. Já "Crush" é sobre dizer a um cara que você sabe que ele gosta de você; acompanhada de uma melodia ao melhor estilo The Donnas.

"Hot Pants" condensa em 2:37 a energia da banda. Sem falar que cantar aquilo acompanhando Brett Anderson é um passatempo: "and tonight I think you've got your hot pants on too tight/You're always wearing those hot pants/And say you're looking for romance". Os cowbells da baterista Torry Castellano no começo dão aquela animada, ainda mais quem é fã da banda sabe como Torry ama usar os cowbells!

Assim como em Get Skintight, o disco anterior, as meninas resolveram fazer uma versão de um clássico do heavy metal: "Living After Midnight", do Judas Priest. Eu gosto da versão, é animada e entendo a escolha da banda: "Vida Após a Meia Noite", para quem quer dar o grito da independência não soa perfeito? O disco fecha "oficialmente" com "Nothing To Do", uma música sobre tédio, mas após um silêncio de 5 minutos, um amigo da baixista Maya canta uma música que a própria escreveu, de um jeito no mínimo... bizarro. Ouça sem moderação e aproveite a festa

domingo, 23 de agosto de 2009

Seis Músicas do Aerosmith


Hoje vou falar sobre uma banda que eu estou longe de ser fã, mas faz músicas interessantes e legais, o Aerosmith. Também é uma fábrica de hits. Vou incluir aqui hits, é claro, mas músicas legais. É uma lista, o meu ponto de vista pessoal, vai ter gente que discorda. Depois de ouvir, com certeza você vai se lembrar de ter ouvido algumas delas por aí. Mas primeiro vamos a alguns dados sobre a banda.

Integrantes: Steven Tyler (vocal), Joe Perry (guitarra solo), Brad Whitford (guitarra base), Tom Hamilton (baixo) e Joey Kramer (bateria). Banda de hard rock americana formada em 1970.

Agora vamos às músicas:

1 - Cryin'
Me apaixonei por essa música vendo seu clipe. É sobre uma garota que se decepciona bonito no amor, finge que vai se jogar de uma ponte e quando o cara vai tentar salvá-la, ela está presa por um cabo de aço e faz um gesto obsceno para ele. O solo de gaita, todos os instrumentos, aquela "paradinha" que dá na música para Steven cantar e depois a banda voltar com tudo, isso faz com que, na minha opinião, seja uma das melhores músicas da banda.

2 - Dude (Looks Like a Lady)
Ouvi dizer que essa música fala do vocalista do Mötley, Vince Neil (Dude Looks Like a Lady pode ser traduzido como "o cara parece uma garota", alusão ao visual no mínimo engraçado dele na época). Mas me apaixonei por ela antes de saber disso. Ela é uma das poucas músicas dessa lista que não falam de amor (afinal, não se pode viver de música melosa) e tem toda aquela força do hard rock típico do Aerosmith. O ritmo é simplesmente contagiante: me dá a maior vontade de sair por aí cantando em voz alta!

3 - Amazing
"It's amaaaaaaaaaazing!" Se você tem uma prima, irmã, ou qualquer coisa que foi adolescente no fim dos anos 80/começo dos anos 90 e era fanática por hard rock e por seus galãs, já deve ter ouvido essa música. Se não ouviu, peça para ela te mostrar ou então clique no nome dela aí em cima para ouvir. É outra música muito bonita (está aí uma razão pelo Aerosmith ter tantos fãs: as músicas bonitas, agradam as mulheres em cheio). Deixe a música te levar.

4 - Hole In My Soul
Outra música bonita, dá pra ver que o Aerosmith é cheio delas! Foi uma tarefa árdua escolher apenas seis das minhas músicas favoritas deles para compor essa lista. Pelo menos duas delas vão ficar de fora. "Hole In My Soul" me traz lembranças muito felizes, de ouvir quando eu era menor, de manhã. Por me trazer lembranças tão boas, entra na minha lista.

5 - Janie's Got a Gun
"Janie's got a gun...", outro verso clássico proferido pelo Mr. Big Mouth, Steven Tyler! A música começa em versos até meio lentos para uma música de hard, mas sem perder a magia. E aquele clipe, escuro, um pouco melancólico no começo. Mas a música me prende do começo até o fim.

E, como não podia deixar de estar presente, a música 6:

6 - I Don't Wanna Miss a Thing
Provavelmente o maior hit do Aerosmith, reconhecível pelo primeiro segundo de duração. Também uma das músicas mais bonitas de todo o rock n' roll. A letra é apaixonada, o instrumental é lindo. A banda gravou a música para a trilha sonora do filme de 1998, Armageddon, estrelado pela filha de Steven Tyler, Liv, que insistiu bastante para conseguir isso do pai. Liv estrelou, inclusive, o clipe de "Crazy". Ouça sem moderação.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Mötley Crüe

O Mötley Crüe é uma banda de hard rock americana formada em 1981. Seus integrantes são Nikki Sixx (baixo), Mick Mars (guitarra), Vince Neil (voz) e Tommy Lee (bateria).

Em 81, Nikki e Tommy começaram a ensaiar junto com Greg Leon (voz/guitarra), após Nikki deixar o London. Pouco tempo depois, Greg saiu da banda e os dois começaram a procurar por novos membros. Encontraram o guitarrista Mick Mars e recrutaram um amigo de escola de Tommy Lee, Vince Neil, que assumiu o vocal. Em novembro do mesmo ano, lançaram seu primeiro álbum, Too Fast For Love, por sua própria gravadora, a Lethür. Pouco depois assinam contrato com a Elektra (que teve em seu catálogo Stooges, Cure e Metallica).

Chamaram atenção no meio da onda glam metal (o hard rock dos anos 80, conhecido também como hair metal, pop metal e "metal farofa"), que incluía Cinderella, Skid Row, Poison e Twisted Sister.

Em 1983, lançam Shout At The Devil, hits como "Look That Kills", "Ten Seconds to Love" e "Too Young To Fall In Love". É quando eles começam a lucrar com a música e justamente a época em que começam a ganhar fama de desordeiros. Vince Neil, dirigindo alcoolizado e em alta velocidade, se envolve em um acidente que acaba levando a morte seu amigo Nicholas Dingley, então guitarrista do Hanoi Rocks. Vince fica preso por 30 dias, paga uma fiança caríssima e presta serviços comunitários. Em 1985 sai o terceiro álbum da banda, Theatre Of Pain e, no ano seguinte, Girls, Girls, Girls, ambos com hits.

Quando a banda experimentava sua fase de maior sucesso, o baixista Nikki Sixx sofre uma overdose e é dado como morto por dois minutos. No ano seguinte a banda tem um recesso forçado, com todos os integrantes internados em clínicas de reabilitação. Em 1989 eles voltam com Dr. Feelgood, um disco mais pesado e agressivo. Dois dos maiores sucessos de toda a carreira da banda aparecem aí, "Kickstart My Heart" e "Dr. Feelgood". Em seguida lançam Decade of Decadence, uma coletânea com remixes e duas faixas inéditas. Neste período sai o vocalista Vince Neil (que retorna em 1997), que é substituído por John Corabi.

Em 1998, uma nova coletânea é lançada com duas músicas inéditas. A banda sai em turnê, e agora Tommy Lee é preso, por agressões à sua esposa, a atriz e modelo Pamela Anderson. Tommy é substituído por Randy Castilho, ex-baterista de Ozzy Osbourne. Coletâneas e discos ao vivo foram lançados, até que em julho de 2000 é lançado o disco New Tattoo com Randy novamente na bateria. Além de Randy, Samantha Maloney tocou na turnê.

Em 2006, sai Saints Of Los Angeles, com Tommy de volta. A força do Mötley não é mais a mesma dos anos 80, mas eles continuam aí e, segundo Vince, na próxima década eles lançarão três discos. Eles têm o seu próprio festival, o Crüefest (que foi lançado em DVD).