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sábado, 26 de dezembro de 2009

25 Melhores Músicas da Década (Internacional)

Aproveitando a última semana da década de 2000, vou fazer uma lista das melhores músicas da década baseadas no meu gosto pessoal. É apenas um top com músicas boas que representam o cenário musical dessa década, em minha opinião; não levem a classificação a sério.

1. Courtney Love - Sunset Strip [America's Sweetheart, 2004]
2. The Killers - Shadowplay [Sawdust, 2007]
3. The Strokes - 12:51 [Room On Fire, 2004]
4. The Donnas - The Gold Medal [Gold Medal, 2004]
5. Juliette & The Licks - Purgatory Blues [Four on the Floor, 2006]
6. Crucified Barbara - Losing the Game [In Distortion We Trust, 2006]
7. Le Tigre - Nanny Nanny Boo Boo [This Island, 2004]
8. U2 - Elevation [All That You Can't Leave Behind, 2001]
9. Mötley Crüe - The Animal In Me [Saints of Los Angeles, 2008]
10. AC/DC - Rock N' Roll Train [Black Ice, 2008]
11. Foo Fighters - Times Like These [One By One, 2002]
12. Orianthi - Highly Strung [Believe, 2009]
13. Spinnerette - Valium Knights [Spinnerette, 2008]
14. Metallica - St. Anger [St. Anger, 2003]
15. Pink - U + Ur Hand [I'm Not Dead, 2006]
16. Ida Maria - I Like You So Much Better When You're Naked [Fortress Round My Heart, 2008]
17. Bon Jovi - It's My Life [Crush, 2000]
18. 3 Doors Down - Here Without You [Away From the Sun, 2002]
19. Sahara Hotnights - Only The Fakes Survive [Jennie Bomb, 2001]
20. Joan Jett & The Blackhears - A.C.D.C [Sinner, 2006]
21. Kittie - My Plague [In The Black, 2009]
22. Oasis - Songbird [Heathen Chemistry, 2002]
23. The Hellacopters - I'm In the Band [Rock & Roll Is Dead, 2005]
24. Vains of Jenna - Enemy in Me [The Art of Telling Lies, 2009]
25. Lauren Harris - Like It Or Not [Calm Before the Storm, 2008]

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sahara Hotnights

A Suécia é um berço de ótimas bandas. De lá saíram os Hellacopters, Backyard Babies, Crucified Barbara, The Hives e o Sahara Hotnights, a banda da qual vou falar hoje.



Das bandas listadas acima, o Sahara e o Crucified são formados por mulheres. O Sahara foi formado em 1992, por Maria Andersson (vocal e guitarra), Jennie Asplund (guitarra), Johanna Asplund (baixo) e Josephine Forsman (bateria). A música delas é um indie rock com vários momentos pop, que chega a lembrar The Donnas na fase Spend The Night. A própria banda se define como uma mistura entre Blondie, Ramones e Nirvana.

Nesses 17 anos de carreira já lançaram cinco discos: C'mon Let's Pretend (1999); Jennie Bomb (2001); Kiss & Tell (2004); What If Leaving Is a Love Thing (2007) e Sparks (2009). O último, Sparks, é um disco apenas de covers: o single "In Private" é uma versão da cantora pop britânica Dusty Springfield.

Na minha opinião, o melhor álbum das meninas é What Leaving Is a Love Thing, seguido de perto por Jennie Bomb. O de 2007 tem músicas como "Visit to Vienna" (em que as guitarras grudam na cabeça), "Salty Lips", "Cheek to Cheek" e "Getting Away with Murder". Já Jennie Bomb tem "On The Top of Your World", "Fire Alarm" e "Only The Fakes Survive" - que me apresentou à banda. Fica a dica de um rock divertido e suave.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Stella Can


A Stella Can é uma banda de rock n' roll do Rio Grande do Sul, formada por Juliana Nólibos (baixo e backing vocals), Luiza Gressler (guitarra e backing vocals) e Mariana Corbellini (bateria e vocal) no final de 2007. Na minha opinião é uma das melhores bandas da atualidade, muito legal saber que existem meninas brasileiras fazendo músicas tão boas, fora do mainstream (claro que existem várias outras bandas, mainstream ou não, que são ótimas).

Elas cantam em inglês e é bem interessante a Mari, baterista, também ser a vocalista principal, isso é difícil de achar. Também não dá pra poupar elogios para a Luli e a Ju, elas tocam muito mesmo. As músicas da Stella Can falam sobre bebidas, festas e diversão.

Notaram alguma semelhança com The Donnas? No ano passado, a Stella Can abriu o shows das Donnas em Porto Alegre, e fizeram justiça: tocaram muuuito e ainda mandaram um cover de "Pretend We're Dead" do L7.

Se você curte um bom rock n' roll com letras bem sacadas e meninas representando o Brasil rocker, ouça todas as músicas. Quer uma dica pra se viciar? "Drunk" e "Hard Type to Find", as minhas preferidas.

Links:
Créditos da foto: Igor Pires

domingo, 11 de outubro de 2009

10 Músicas Incríveis

10 músicas incríveis, perfeitas e inspiradoras que estiveram em alta (pelo menos aqui no meu iTunes) nessa semana. Indico todas!

10 - Valium Knights (Spinnerette)
Brody Dalle é fantástica. Mesmo após o fim dos Distillers em 2003 (causado por sua gravidez), ela formou o excelente Spinnerette, na minha opinião uma das melhores bandas do rock atual. "Valium Knights" tem uma bateria louca, riffs de guitarra marcantes e a voz de Brody botando pra quebrar. Spinnerette pode ficar como um assunto dessa semana.

9 - Please Don't Touch (Mötorhead & Girlschool)
Mötorhead, a banda mais 'bagaceira' de todos os tempos; e o ótimo Girlschool, pioneiro do heavy metal de calcinha fazem uma excelente dupla nessa música. Por alguma razão, me lembra uma música pop mais antiga, causada pelas meninas do Girlschool cantando nos backing vocals. Viciante. Há também uma ótima versão cover dessa música, feita pelo Crucified Barbara com o American Dog, que soa tão boa quanto a original.

8 - Saints Of Los Angeles (Mötley Crüe)
Após alguns discos nem tão bons, como Generation Swine e New Tattoo, o Mötley finalmente acertou e voltou no ano passado com a formação original em Saints Of Los Angeles. Cometi o engano de só dar a devida atenção à música agora, e ela é altamente viciante. Tem uma perfeita entrosação entre a guitarra de Mick Mars (meu mais novo guitarrista preferido) e a bateria de Tommy Lee. Sou suspeita pra falar de Nikki Sixx, um dos meus ídolos; e Vince Neil está com o poder nessa faixa.

7 - Bull In The Heather (Sonic Youth)
Certo, o que é a voz de Kim Althea Gordon? Uma canção de ninar misturada com o experimentalismo encantador do Sonic; as notas das guitarras de Lee Ranaldo e Thurston Moore contrastadas com a bateria de Steve Shelley (que usa um chocalho e uma baqueta nessa música) e o baixo hipnotizante de Kim. É essa a essência do Sonic Youth: uma viagem louca, porém brilhante.

6 - Get Off (The Donnas)
Sou suspeitíssima pra falar de Donnas, afinal, são as garotas que me hipnotizam há mais de um ano. Esse último single do disco Greatest Hits, Vol. 16 traz o melhor trabalho de Maya Ford no baixo até então, excluindo talvez a introdução de "Don't Break Me Down". A voz de Brett Anderson está arrasadora, Allison Robertson consegue nos impressionar com seu riff matador e Torry Castellano nos dá uma amostra de seu trabalho duro, lutando contra a tendinite.

5 - Your Turn (Lauren Harris)
Lauren Harris é uma artista injustiçada. Apenas por ser filha de Steve Harris (o lendário baixista do Iron Maiden), a garota é crucificada pelos fãs. Eu gosto do trabalho dela, e acho que o seu guitarrista solo é realmente muito bom. "Your Turn", uma composição de Lauren, é bastante hard rock e merece ser escutada com atenção. Que tal darmos uma chance à pequena Lauren?

4 - Wait For Me (The Runaways)
Graças à minha amiga Pri (a louca por The Runaways), fui ouvir essa música das Runaways essa semana e me apaixonei. Joan Jett está poderosa na voz e na guitarra base, Lita Ford mostra porque aos 17 anos já era uma das melhores guitarristas do mundo e Sandy West (que Deus a tenha) me dá o maior orgulho de ser a melhor baterista que eu já vi! Além disso, a letra é linda.

3 - Nanny Nanny Boo Boo (Le Tigre)
A melhor banda de dance-punk de todos os tempos faz a minha música preferida para se animar nessa semana. Tem um teclado viciante, a voz das meninas (quer dizer, ainda não sei se JD Samson é um homem ou uma mulher) está fantástica, garantia de sucesso em qualquer festa minimamente underground, os descolados amam Le Tigre.

2 - November Rain (Guns N' Roses)
8:56 do que há de mais perfeito. Piano, Axl Rose, Izzy Stradlin' e Slash em sua dupla perfeita de guitarras; a música dos sonhos. Qualquer performance circa 1993 dessa música é capaz de me comover profundamente, ver Axl Rose tocar piano é quase uma terapia. A letra é linda, a música é profundamente tocante. Quero que toque no meu casamento.

1 - Psycho Circus (KISS)
Eu amo o KISS, amo o Gene Simmons e amo o Paul Stanley. E "Psycho Circus" é seguramente uma das melhores da banda, uma verdadeira "arena rock" (música para cantar em estádios). Qualquer riff poderoso me conquista, e essa obra é uma das melhores. Ouça sem moderação.

AQUI você pode baixar todas essas músicas. "Psycho Circus" vai vir como versão ao vivo, que na minha opinião transmite essa atmosfera de arena rock bem melhor.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

The Donnas - The Donnas Turn 21



Esse é provavelmente um dos meus CDs preferidos das Donnas, porque mescla o punk adolescente que era tão divertido dos primeiros CDs com a nova influência de hard rock das meninas (estou viciada em hard ultimamente). Embora a crítica não goste muito dele e chame de forçado, esse é o sinal de que elas estão se tornando adultas (Deus, na época elas tinham 21 aninhos, agora já tem 30!).

Abre com "Are You Gonna Move It For Me", com um riff matador de Allison e um baixo marcado de Maya Ford; passando para o videoclipe animado "Do You Wanna Hit It", uma das faixas mais legais. O sinal de maturidade das meninas vem com a terceira faixa "40 Boys In 40 Nights" (40 caras em 40 noites, um dos clássicos da banda. A letra diz "passando cada noite em um estado diferente/passando cada noite com um cara diferente").

"Play My Game" é um punk-metal bem high school, começa com uma bateria bem animada que dá vontade de pular cantando a música! Essa também é clássica, um "remix" foi incluído no CD mais recente das Donnas, Greatest Hits Vol. 16 (eu não vi muita diferença no remix, mas eu amo essa música). É uma canção de festa, dá pra dançar tranquilamente em uma balada de rock ao som de "Play My Game", pulando e cantando junto.

A dobradinha "Drivin' Thru My Heart" e "You've Got a Crush On Me" é provavelmente a melhor sequência de músicas da banda em um CD, na minha opinião (uma que pode rivalizar é "Too Fast For Love" e "Zero", de Get Skintight). "Drivin" é a minha preferida no momento e tem tudo o que uma boa música deve ter: é rápida, animada, fácil de cantar, tem um riff muito chiclete e baixo e bateria formam uma dupla incrível. Já "Crush" é sobre dizer a um cara que você sabe que ele gosta de você; acompanhada de uma melodia ao melhor estilo The Donnas.

"Hot Pants" condensa em 2:37 a energia da banda. Sem falar que cantar aquilo acompanhando Brett Anderson é um passatempo: "and tonight I think you've got your hot pants on too tight/You're always wearing those hot pants/And say you're looking for romance". Os cowbells da baterista Torry Castellano no começo dão aquela animada, ainda mais quem é fã da banda sabe como Torry ama usar os cowbells!

Assim como em Get Skintight, o disco anterior, as meninas resolveram fazer uma versão de um clássico do heavy metal: "Living After Midnight", do Judas Priest. Eu gosto da versão, é animada e entendo a escolha da banda: "Vida Após a Meia Noite", para quem quer dar o grito da independência não soa perfeito? O disco fecha "oficialmente" com "Nothing To Do", uma música sobre tédio, mas após um silêncio de 5 minutos, um amigo da baixista Maya canta uma música que a própria escreveu, de um jeito no mínimo... bizarro. Ouça sem moderação e aproveite a festa

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

The Donnas - Gold Medal


Esse é o disco mais inovador do The Donnas. Diferentemente do anterior, Spend The Night (sucesso de vendas, com o maior hit das meninas até hoje, "Take It Off"), que continha músicas punk-pop e chicletes, esse traz músicas mais suaves com violão e teclado. A capa traz uma referência a Revolver, dos Beatles. Gold Medal abre com o riff matador de Allison Robertson em "I Don't Want To Know (If You Don't Want Me)", a bateria poderosa de Torry Castellano (que gravou o disco superando a tendinite de Quervain) dá o tom enquanto a vocalista Brett Anderson canta "eu não me quero saber se você não me quer, não". A música foi até mesmo tema de uma série de TV americana, South Of Nowhere.

Há também "Don't Break Me Down", com uma linda introdução de baixo, cortesia de Maya Ford. É a música mais agressiva do disco, se comparada à faixas como "Revolver" e "Is That All You've Got For Me". A interação entre o baixo e a guitarra é marcante, bela e surpreendente. Brett canta com força, dando personalidade à letra. O solo de guitarra é fantástico, o melhor do disco inteiro.

"It's So Hard", uma música animada e um pouco dançante. A performance de Allison na guitarra é bem legal, assim como a bateria. Mas a estrela do disco é "The Gold Medal", que é rápida, animada, mas ao mesmo tempo relaxante. Tem um solo de piano sobreposto ao de guitarra (a primeira vez em que Brett se arrisca no instrumento), uma letra chiclete e fácil de decorar, mas não foi um grande sucesso - não é nem tocada nos shows.

Como disseram as próprias Donnas, esse foi o disco em que elas tentaram se achar, fazer tudo calmamente, do jeito delas, sem pressa de lançar um disco por ano, refletindo e dando suas próprias opiniões. Talvez seja por isso que ele é tão bom.