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domingo, 31 de janeiro de 2010

Metallica em São Paulo (30/01/2010)


Acordei às 11 da manhã, pensando "hoje é o dia que venho esperando tão ansiosamente". Passei o dia me preparando para, às 7 da noite, ligar para a minha tia e descobrir que ela se atrasaria um pouco. Fiquei bastante ansiosa, mas ela chegou logo. Entramos no carro e nos dirigimos ao estádio do Morumbi. Já na fila, estava muito ansiosa e comprei uma camiseta. O moço que checou a minha carteirinha encrencou um pouco com o fato de não ter mês válido, mas me deixou entrar. Ouvíamos uma 'porrada' sonora na fila: o Sepultura, banda que abriria o show, tinha acabado de iniciar seu show.

O pessoal enlouquecia com a banda brasileira mais bem sucedida de todos os tempos ali, abrindo o show para a melhor banda de thrash metal do mundo. Na minha opinião, "Refuse Resist" (que eu cantei em uníssono) e "Roots Bloody Roots" (a última música, infelizmente) foram as melhores músicas que o Sepultura, que comemora 25 anos de carreira, tocou. O show durou 58 minutos. O vocalista Derrick Green conversou em português com a platéia ("E aí, São Paulo! Porra caralho!" arrancou risos do público) e o guitarrista Andreas Kisser disse que "estava muito feliz de tocar no estádio do maior time do mundo" (e foi vaiado) "abrindo para os seus amigos do Metallica novamente" (o Sepultura abriu os shows do Metallica em 1999).

Então, começa a preparação do palco para o Metallica. Foram mais ou menos 40 minutos de preparação, até que "The Ecstasy of Gold" - acompanhada por cenas de um filme - introduzia o show. A primeira música foi "Creeping Death", clássico do disco Ride the Lightining, que agitou o público; seguida por "From Whom the Bells Tolls" e "The Four Horsemen", que o vocalista James Hetfield anunciou como "we are... the four horsemen!", e a banda dispara. Depois, James surge com um violão, e pelo menos eu já tinha expectativa - e ela foi atendida - "Fade to Black", uma das melhores músicas do Metallica. A platéia explodiu logo nos primeiros acordes de "The Day That Never Comes": o coro de 'oohs' despontou.

E James pára para agradecer ao Sepultura: "Nós e o Sepultura sabemos que o Brasil gosta de peso. Vocês gostam de peso?". Obviamente, berramos com as vísceras que sim. Então, começa "Sad But True", uma das melhores do show. A platéia gritava a letra, totalmente empolgada. James então pergunta se nós gostamos do disco Death Magnetic, e a platéia grita WHOO! Ele pergunta, "No?", e então todos berram YEAAAAAAH! Logo entra "Broken, Beat and Scarred" - na qual eu confesso que me sentei.

Depois, efeitos pirotécnicos e sonoros, simulando uma guerra, surgem. Todos já sabiam o que esperar: "One". Fantástica, todos os fãs cantando junto e fazendo coro ao primeiro solo. Emendou na melhor música do show, "Master of Puppets" - uma das minhas preferidas do Metallica. "Master" destila todo o peso da banda, mas com suavidade - deve ser por isso que eu gosto tanto dela.

Depois vem "Blackened", 'raridade' nos shows da banda. Na parte em que James grita "fire!", são lançadas chamas de uns 8 metros de altura - tão quentes que da arquibancada laranja, a mais distante do palco, eu senti o calor. Depois, mais dois clássicos: "Nothing Else Matters", na qual vários casais se abraçaram; e "Enter Sandman", o maior hit da banda - cantada em uníssono pelos 68.000 presentes no estádio. E então as luzes se apagam. Todos já sabiam o que iria acontecer.

Depois de um brevíssimo intervalo, a banda ressurge e diz que vai tocar uma música de uma banda que os inspirou. Então, ele grita "QUEEN!", e os primeiros acordes de "Stone Cold Crazy" rolam soltos. A música acabou, e minha expectativa aumentava - eu queria desesperadamente que tocasse "Whiplash", ma sem vez dela acabou rolando "Motorbreath". E no fim dela, todos os músicos tiraram seus instrumentos, o que provocou desespero: a platéia começou a repetir "Searching, seek and destroy!". James então pergunta se gostamos dessa música. Ao receber milhares de 'sim' como resposta, ele pergunta por que. Silêncio. Então ele diz que também gosta, diz que é a última música e começa "Seek and Destroy" - na qual ele muda a letra: "we're scanning the scene in São Paulo tonight". O refrão é cantado com vigor - eu, pelo menos, queria perder a voz ali, e podemos ver várias rodinhas na pista.

E então acaba. James, o guitarrista Kirk Hammett e o baixista Robert Trujillo jogam várias palhetas - pelo menos umas 20 - e o baterista Lars Ulrich distribui pelo menos 5 pares de baquetas para o público. Então, eles agradecem - até em português! - e Lars diz: 'ei, eu acho que nós devemos visitar São Paulo mais vezes, e não demorar mais 11 anos para voltar', e é ovacionado pela platéia. Depois dos agradecimentos, duas bandeiras do Brasil são jogadas, e James veste as duas, que depois são colocadas acima da bateria. Após o tradicional agradecimento, tudo chega ao fim.

Apenas uma palavra pode definir esse show, e ela é METALLICA.
A foto foi tirada por mim, de uma distância considerável do palco.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Madonna

As dificuldades para ver a diva pop.

Eu já devo ter comentado que vou no show da Madonna em dezembro. Bom, muitos já devem ter ouvido falar que houveram muitas dificuldades para comprar o ingresso. Vou resumir minha jornada em busca dos preciosos "tickets dourados"!

Fiz meu cadastro em www.ticketsforfun.com.br e aguardei até o dia 3 de setembro, no qual começaria a venda de ingressos. Minha tia sugeriu que eu tentasse comprar à meia noite, mas não deu, eu peguei uma conjuntivite! Ela tentou ir à bilheteria oficial, mas achou melhor não enfrentar a fila e veio para a minha casa (fiquei em casa por causa de recomendações médicas). Ligamos o computador e tentamos comprar, por três horas e meia sem sucesso. Tentamos por telefone, assim que apertávamos a opção de "Comprar Ingresso" a linha caía.

No dia seguinte, fomos à mesma bilheteria e ficamos duas horas e meia na fila. Entre cambistas e muita gente, respirei um monte de fumaça de cigarro (que nojo) e era a mais nova da fila. Saímos de lá, afinal, com os ingressos na mão.

Eu gostaria que a Madonna soubesse do que passamos para comprar os ingressos. Horas no sol, atendimento precário no telefone, site caindo... Além do preço absurdo da taxa de conveniência. Ver a maior diva pop do mundo será uma oportunidade maravilhosa para mim, ainda mais sabendo que eu lutei tanto!