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domingo, 1 de novembro de 2009

Vinil: a salvação da indústria fonográfica?

Com o preço dos CDs cada vez mais alto e o download de músicas "ilegalmente" cada vez mais comum, a quase quebrada indústria musical resolveu que tinha de qualquer maneira solucionar esse problema. O que eles ressuscitaram? O vinil, é claro! Colecionadores de discos são bastante fiéis, acham que para possuir verdadeiramente a obra precisam ter o disco em mãos. Agora, algumas livrarias tem sua seção de vinil, com discos clássicos (a maravilhosa capa de The Dark Side Of The Moon, do Pink Floyd, fica melhor no tamanho para qual foi construída, o tamanho do vinil. Digo o mesmo de Never Mind The Bollocks dos Sex Pistols) e lançamentos de bandas novas, como o Paramore, que fez uma edição especial do disco All We Know Is Falling (2005) em vinil.

Sebos são outros lugares onde você encontra vinis. E numa faixa de preço bastante econômica: os vinis novos das livrarias são importados e não saem por menos de R$ 200; enquanto nos sebos você pode encontrar discos usados por R$ 10. E há as grandes ofertas: discos em estado nem tão conservado a R$ 2, mas com a capa rasgada, sem encarte, etc. Ontem mesmo eu comprei um disco bastante raro no Brasil, o Bricks Are Heavy do L7 em vinil por um preço que julguei justo: R$ 30, sendo que está praticamente novo, com a capa perfeita e sem nenhum arranhão.

Há o fator da fidelidade dos compradores e as pessoas que viveram sua adolescência ouvindo seus vinis, e conservam suas coleções com carinho, chegam a uma loja e veem os discos, acabam querendo recomeçar sua coleção e comprando novos discos. Essa foi uma boa solução que a indústria fonográfica encontrou para contornar o download de músicas e não entrar numa crise de gravidade maior.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Galeria dos Rockstars Gatos

Primeiro, gostaria de pedir desculpas por tantos dias sem postagem, é porque o meu computador quebrou e foi para o conserto.

Bom, com ajuda de algumas amigas, montei uma "galeria de rockstars gatos" (elas me sugeriram alguns caras). Nossa primeira versão da galeria ficou assim:




Gostaram? O recadinho em vermelho abaixo é somente uma brincadeira interna entre eu e minhas amigas :)
Aceito sugestões de mais rockstars para colocar na galeria, porque tem muito rocker bonito por aí!

Ouvindo agora: One Way Or Another - Blondie

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Noel Gallagher fora do Oasis: reflexão

Após sabermos que Noel Gallagher, guitarrista, vocalista, líder e principal compositor do Oasis deixou a banda, ficamos a refletir: o que será do Oasis agora? Liam (que segundo as fontes teria provocado a saída de Noel da banda) disse que vai continuar com os membros restantes, Gem Archer (guitarra), Andy Bell (baixo) e Chris Sharrock (bateria).

Digamos que eu, como fã, não consigo pensar em Oasis sem Noel. Ele era a alma da banda, um gênio da guitarra (quem disse que só o heavy metal nos traz guitar heroes?), maravilhoso compositor e tem uma voz linda. É conhecido de todos que os irmãos Gallagher sempre tiveram um relacionamento conturbado, cheio de brigas. Liam, que ficou com a liderança, tem duas opções:


- Continuar com o Oasis sem Noel


- Encerrar as atividades do Oasis e esperar que Noel volte/formar outra banda.

Se o vocalista continuar a banda sem o irmão, imagino que vá ficar bem parecido com a banda de Axl Rose, digo, o Guns N' Roses 2000. Depois da saída de Slash, Duff McKagan e Izzy Stradlin' (membros da formação clássica), Axl ficou anos prometendo o disco Chinese Democracy (2008), que não tem nada a ver com o Guns de Appetitte for Destruction (1987). Considero o "novo Guns" como a Axl Rose Band. Liam talvez faça algo parecido, uma Liam Gallagher Band. Ou então, pode ficar bom. Mas não imagino Oasis sem Noel.

Noel provavelmente vai lançar um disco solo. Liam podia encerrar as atividades do Oasis, fazer seu próprio disco solo ou formar uma nova banda (talvez com Andy, Gem e Chris), com outro nome. Talvez as coisas esfriem entre a família Gallagher e Noel volte a trabalhar com o irmão (o que os fãs esperam).

sexta-feira, 12 de junho de 2009

O que fazer no Dia dos Namorados

Hoje é dia dos namorados, o que é ótimo para quem está comprometido. Mas, para pessoas como eu, que não estão, o Mellon Bubbles dá sugestões do que fazer nessa data (inventada pelo comércio para faturar).

1 - Assistir a um bom filme.
Se você é feliz no seu estado civil, qualquer filme vale: desde uma comédia romântica até um filme thrash de terror. Mas, se você não se conforma de estar sozinha nesse dia, fuja de filminhos melosos e românticos. Experimente uma ficção científica ou algum filme mais 'cabeça', vale até filme de terror. O cinema é um ótimo passatempo.

2 - Aproveitar sua banda preferida.
Todo mundo tem uma banda/artista preferido. Que tal tirar o 12 de junho para ouvir toda a discografia dela, por exemplo, e comparar as diferenças de um álbum para o outro? Para as não-conformadas com a solteirice: se a sua banda preferida for uma bem romântica, que tal ouvir só hoje um som mais animado?

3 - Dançar (muito!) sem vergonha
Dançar é ótimo! Faça uma seleção de músicas bem animadas e dance até não poder mais. Se você fizer parte da tribo das roqueiras, assim como eu, tem duas opções: dançar um bom rock n' roll (querendo, você pode dançar até Metallica. Acredite, eu já consegui!) ou se jogar no rock dançante. Mellon Bubbles recomenda Le Tigre e B-52's.

4 - Reunir os amigos
Organizar uma pequena reunião de amigos solteiros é uma boa. Seja pra assistir um filme, ou para fazerem uma festa, chame os amigos solteiros, providencie algumas comidas gostosas e façam a festa!

5 - Tarde de Beleza
Chame sua melhor amiga (se ela for solteira, claro!) para uma tarde de beleza com você: façam as unhas, hidratação, façam o que quiserem para ficarem mais bonitas. E, claro, coloquem todas as fofocas e novidades em dia!

6 - Ler um bom livro
Mais uma dica para as não-conformadas com a solteirice: evite romances. Vale até ler histórias em quadrinhos, aquelas que estão bem na moda, em estilo mangá. Alguns livros de ficção científica são bons, mas evite livrinhos água-com-açúcar, aqueles em que a mocinha sofre muito para no final (oh!) ficar com o mocinho.

Espero que gostem ou aproveitem as minhas dicas!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Eu te amo

Usamos muito essa palavra no nosso cotidiano. Mas já paramos para pensar no significado dela? Amor é uma coisa linda, sincera, calorosa; porém essas quatro letrinhas tão carregadas de sentimento estão banalizadas ultimamente. Vejo as meninas que mal conhecem uma pessoa e já estão dizendo que 'amam', que a 'amizade será eterna', e baboseiras assim.

Já passei por dois exemplos: no tradicional último dia de aula em que "autografamos" as camisetas, uma menina que não é minha amiga nem nunca foi disse que me adorava muito, que ia sentir a minha falta e tudo o mais. O problema é que esse 'amor' é falso, porque ela não fala mais comigo, nunca me dá nem um oi.

Já fui de uma turminha de 'bests' que sempre escreviam cartinhas de amizade uma para as outras, que falavam que a nossa amizade seria 'eteerna!'. Bom, saldo após dois anos disso? Uma dessas meninas está na minha sala, e fala comigo beeem de vez em quando. As outras parecem nem se lembrar do meu nome.

Vamos medir realmente o significado de amor antes de ficarmos declarando aos quatro ventos que amaremos eternamente alguém?

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Meme 5

A Karol me indicou esse meme.

5 coisas de até R$ 5,00 sem as quais não posso viver:
Refrigerante
Chiclete
Gibis/revistas
Biscoito de morango
Chocolate
Sim, sou meio junkie na hora dos doces, mas no geral eu me alimento bem.

5 filmes favoritos:
Detroit Rock City (sou louca pelo Edward Furlong, além disso é um filme super legal)
Escola de Rock (porque é cômico)
Meninas Malvadas (amo a Lindsay Lohan)
Sexta Feira Muito Louca (amo a Lindsay Lohan², mas esse empata com Confissões de uma Adolescente em Crise, com a Lindsay também)
Fica Comigo (muito fofo *-*)

5 nomes de bebês que eu amo:
Melissa
Nicole
Thiago
Daniel
Marina

5 músicas que adoro:
Lounge Act - Nirvana
Little Liar - Joan Jett
Anxiety - Ramones
Smoke You Out - The Donnas
Highway To Hell - AC/DC

5 acontecimentos importantes da minha vida:
24/12/2008 - ganhei minha primeira guitarra
25/09/2005 - show da Avril Lavigne no Brasil
Viagens com a minha família
Quando comecei a me preocupar menos
Meu primeiro dia de aula na primeira série

5 obsessões:
Música
Livros
The Donnas
Internet
Refrigerante
5 lugares que quero conhecer:
Londres
Nova York
Hawaii
Nova Zelândia
Suíça

5 utilidades domésticas ou acessórios de cozinha sem as quais não posso viver:
Copo
Prato
Microondas
Faca
Garfo
5 fotos inspiradoras:
Bom, não sei por que essa foto me inspira, mas ela me inspira. Talvez eu queira ser assim um dia.
Fab e Drew, um dos ex-casais mais lindos do mundo.
Provou por experiência própria que as drogas fazem mal. E também que a fama não é tudo, ela traz problemas e te tira a privacidade.
Mesmo que você tenha problemas, pode continuar sorrindo.
A amizade é eterna, se você quiser que ela seja.
Repasso pra Giu.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Quem não cola não sai da escola

Dia de prova, quase sinônimo de terror. Afinal, sempre tem aquele pessoal que nunca estuda pra prova nenhuma e conta com as colas ou então simplesmente não responde nada (ou então coloca as abobrinhas mais divertidas na prova). Aí fica a questão: colar é certo?
Não, não é. Eu nunca colei (há menos que se conte na primeira série, quando sem querer dei uma espiadinha na prova da frente), mas admito que já passei pela tentação de esconder um papelzinho com respostas no estojo, ou então escrever no pulso as fórmulas (que nunca serão usadas, na verdade) de contas de Ciências.
Uma vez eu assisti um filme (que eu não me perdôo por ter esquecido o nome) em que alguns garotos usavam técnicas mirabolantes para colar na prova: desde escrever as respostas em uma embalagem de chiclete até deixar um bilhete com as respostas cair no chão. E no final eles se davam mal.
Há quem diga que todo mundo cola em provas, mas eu discordo. Minha técnica para questões que eu não sei a resposta é outra: uma pequena embromação. Associar a questão da matéria com uma pequena invenção, mas sempre sendo coerente (dentro dos meus padrões, claro).

Estou preparando uma lista com links de vídeos engraçados no YouTube. Se alguém tiver alguma sugestão, é só deixar um comentário (:

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Normal.

Eu tenho o maior medo desse negócio de ser normal - John Lennon


A gente sempre fala que as pessoas não são normais. Mas será que nós somos normais? Existe uma definição para a palavra "normal"? Então tá, vamos ao dicionário.

Normal: 1. Conforme à norma. 2. Habitual. 3. Diz-se do ensino para a formação de professores primários. 4. Diz-se da reta, vetor, etc. perpendicular a uma reta ou plano. 5. Reta perpendicular a uma curva ou plano.

Então, o significado mais adequado é "habitual". Então uma coisa normal é uma coisa habitual (óbvio, não?). Habitual, para mim, é uma coisa costumeira. E fica a discussão no início do post: existe alguém normal? Todo mundo tem suas esquisitices, e nem de longe isso é ruim. Pelo contrário, é até saudável. Por exemplo, eu gosto de cantar, gosto de coisas que ninguém gosta, não dou a mínima para um celular-com-câmera-MP3-e-internet e prefiro ler um livro ou ir no shopping a ir em alguma baladinha de fim de semana. Além disso, sou metida a engraçadinha, adoro fazer piadas e sou meio irônica.

Talvez a tal coisa de ser normal seja incompreensível. Ou talvez eu vá descobrir seu significado mais pra frente. Mas são as nossas características individuais de personalidade (uau, ficou poético) que nos diferenciem uns dos outros. Qual é a graça de ser igual a todo mundo?

sábado, 4 de abril de 2009

O Controle Remoto do Tempo.

Oh, céus, como eu gostaria de ter um controle remoto para pausar a minha vida de vez em quando! Poderia ir à escola quando eu quisesse, retroceder e avançar as horas... Você já deve ter pensado nisso, certo? Pois isso foi bem retratado no filme Click, com Adam Sandler, que arranjou um controle desses e arruinou sua vida, perdeu a esposa... Mas eu acho que isso foi um alerta para como a vida moderna é agitada, e que nós precisamos parar e relaxar de vez em quando para não acabarmos como Adam no filme, sem aproveitar as pequenas alegrias da vida.

Vamos fingir, por apenas um segundo, que temos um controle remoto do tempo. Inicialmente nós pensaríamos em voltar no tempo para corrigir algum erro, certo? (sendo que as regras do controle seriam: só é possível voltar para depois do seu nascimento) Mas é melhor pensar um pouco: quais foram as consequências dos seus atos? Você não acabou aprendendo alguma lição ou mesmo fazendo novas amizades ou coisas benéficas para você nesse meio-tempo? Então fica aquele ditado: é melhor se arrepender do que você não fez do se arrepender do que você fez.

No final, se a gente pensasse mais um pouco (está ficando filosófico, não?), seria melhor usar o nosso controle mágico para reviver algum momento legal da nossa vida ou então para dar uma pequena espiadinha no dia de amanhã. Mas se dermos uma espiadinha no dia de amanhã, acabamos com as surpresas que o dia seguinte nos reserva. E qual seria a graça da vida de você, por exemplo, ter uma bola de cristal e saber tudo o que vai acontecer no dia seguinte? Acordar de manhã e pensar: 'puxa, hoje eu vou ir à escola, vai cair uma chuvona e vou ter que ficar em casa até as três da tarde, quando a minha melhor amiga me ligar e ficarmos conversando a tarde inteira'. Isso seria muito chato.

A minha conclusão é: melhor vivermos um dia de cada vez, sem querer ter um controle remoto do tempo ou uma bola de cristal. Assim é muito mais divertido.

domingo, 29 de março de 2009

Confessionário

Sim, eu confesso! Vou confessar.

Eu gosto de metal farofa. Sim, eu gosto! Antes de eu prosseguir, vamos explicar o que é metal farofa. Você já deve ter visto aquelas bandas de hard rock do final dos anos 80 em que os homens usam cabelos longos e sedosos, geralmente loiros; maquiagem pesada; roupas de couro apertadas e bandanas. Também conhecido como glam metal, hair metal e pop metal.

Músicas melosas, cabelos de poodle (o que diga Axl Rose no clipe de "Welcome to The Jungle"), maquiagem (Kiss, Poison, Twisted Sister)... é um estilo totalmente bizarro! Eu tenho uma amiga que diz que 'o próprio heavy metal é muito farofa'. E a beleza de alguns vocalistas dessas bandas (Axl do Guns N' Roses, Jon Bon Jovi e Sebastian Bach, do Skid Row) deve ter ajudado, pois algumas adolescentes dos anos 80 devem ter olhado muito para eles nas revistas e comprado seus discos!

Acho "Girls, Girls, Girls" e "Too Fast For Love" do Mötley Crüe ótimas músicas, canto junto com vários sucessos do Bon Jovi (entre eles, "It's My Life" e "You Give Love a Bad Name" - com uma tradução completamente, hum, farofa: você dá uma má reputação ao amor), adoro Guns N' Roses e considero "Strutter" e "Rock N' Roll All Nite" do Kiss músicas que todo roqueiro deve ouvir!

PS: Pirei em "Too Fast For Love" e "Strutter" por causa das Donnas, outras que adoram um bom glam metal!

Para ver a situação do rock n' roll nessa época, dê uma pesquisada em qualquer disco do Poison, Twisted Sister e Cinderella. Vou copiar a seguinte frase do Zeca Camargo: "no final dos anos 80, o rock era composto de caras cabeludos fazendo malabarismos com suas guitarras tocando músicas completamente imbecis". Não que essa parte das músicas completamente imbecis seja a minha opinião, mas elas realmente são um pouquinho bestas. Só que eu gosto.

E viva o exagero do glam metal!

quinta-feira, 19 de março de 2009

When I went to school in Olympia,

and everyone was the same.

Esse trecho de uma das minhas músicas preferidas do Hole, "Rock Star", traduz um fenômeno comum nos dias de hoje: a padronização. O trecho diz: "quando eu fui à escola em Olympia, todo mundo era igual". Hoje, a maioria das pessoas curte as mesmas músicas, tem as mesmas roupas, o mesmo celular da moda, o mesmo tênis... tudo igual. Tudo o que está na moda, na maioria das vezes também. Pelo menos na minha escola é assim: o pessoal sabe cantar as mesmas músicas, usa aqueles tênis da Nike que eu acho horríveis (prefiro um bom e velho All Star preto e surrado), enfim, todo mundo é igual, exatamente como Courtney Love diz ser em Olympia, uma cidade próxima de Seattle, nos Estados Unidos. Além disso, o povo sabe dançar o tal psy que eu não sei e também não me interesso em aprender. O meu protesto aqui é para as pessoas que seguem esse padrão adolescente. Se ela gosta de verdade, tudo bem. Mas é legal ter coragem e assumir as coisas que você gosta que não estão na moda. Eu, por exemplo, curto bandas antigas ou então alternativas, que ninguém conhece; detesto aquele Nike Shox (sei lá se é assim que se escreve) e não danço funk, psy nem nada disso no fim de semana, fico com os meus amigos e/ou família.

O errado que acontece hoje em dia é que todos os adolescentes seguem um padrão (ou pelo menos é isso o que os adultos pensam), eu estava lendo na Rolling Stone um dia desses que a Mallu Magalhães era diferente porque admirava Johnny Cash e Bob Dylan em vez de alguma banda nacional pré-fabricada para o público jovem. Na minha humilde opinião, essa é só mais algum resultado da padronização dos adolescentes: a garota gosta de música country/folk e os outros adolescentes gostam de pop, black, funk e eletrônica, por exemplo. E isso tem que acabar, onde está a liberdade para sermos o que quisermos?

Ah, uma pequena explicação: essa música do Hole causa uma certa confusão: ela saiu no CD como "Rock Star", mas a verdadeira "Rock Star" é outra. O nome 'certo' dessa é "Olympia", mas caso você goste dessa música procure-a como "Rock Star" para baixar. Um vídeo da música citada no começo desse texto AQUI. Para mais informações sobre essa confusão, leia aqui, na parte de "Significados".

segunda-feira, 16 de março de 2009

Used to be the trouble maker...

...hated homework, was the sweet heartbreaker.

Essa é a frase que eu mais ando repetindo ultimamente. É uma música da banda adolescente dos anos 70 (faz tempo!) The Runaways, formada por Cherrie Currie (vocal/teclado), Joan Jett (guitarra/vocal), Lita Ford (guitarra), Jackie Fox (baixo) e Sandy West (bateria). O nome da música é "School Days", fala sobre a liberdade de fazer 18 anos e se lembrar da escola. Eu estou longe de completar 18, mas digamos que essa música me traz uma sensação de liberdade, de experimentar algo novo a cada vez que a escuto.

A letra é daquelas que dá vontade de cantar junto, berrando mesmo. Sinceramente, quando eu fizer 18 anos vou ter vontade de sair andando de carro por aí com essa música no som gritando a letra junto. A letra é um pouco nostálgica, vou tentar descrever o sentimento que ela me passa: a Joan contando suas lembranças do tempo de escola, mas do ponto de vista de uma garota de 18 anos. Acho que é por isso que a música é trilha sonora de algumas formaturas.

The Runaways - School Days