Eu sempre tive vários problemas com o Blogger. Então, estou começando um novo blog, com um novo nome, mas a blogueira ainda é a mesma! Prometo postar com mais frequência no meu novo blog.
Me visitem lá: http://sleazycinderella.wordpress.com/, espero que gostem das postagens e que continuem lendo, comentando e dando sugestões!
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Novo domínio
Postado por Cathy às 09:06 1 comentários
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Sleaze Rock
Hoje não vou falar de uma banda ou de um disco, mas sim de todo um estilo musical: o sleaze rock. O sleaze rock é nada mais do que um revival do glam metal oitentista (bandas como Poison, Cinderella e Mötley Crüe representam o estilo) com influência de bandas punks.
A maioria das bandas de sleaze são suecas (na minha opinião, o novo pólo mundial do rock – as bandas suecas são MUITO boas!), como o Vains of Jenna, o Crashdïet e o Hardcore Superstar, os mais famosos expoentes do gênero no mundo.
No Brasil, temos representantes do sleaze também: Bastardz (que apesar de uma mudança grande no estilo, continua fazendo ótimas músicas – e abriu o show do Crashdïet no Brasil em 2008), o Pink Dolls (que havia sido cotado para abrir o show do Hardcore Superstar, que não aconteceu) e o Obsexsion (que acabou em 2009).
E, apesar de serem poucas, também temos as garotas Sleaze: o Vision, uma banda inteiramente feminina, que participará do festival sueco Rest In Sleaze (promovido pela mãe de Dave Lepard, ex-vocalista do Crashdïet – morto em 2005) e o Vanity Blvd – que tem somente a vocalista Cindi de garota, e se descreve como Mötley Crüe com uma garota no vocal.
Postado por Cathy às 18:47 3 comentários
domingo, 31 de janeiro de 2010
Metallica em São Paulo (30/01/2010)
Postado por Cathy às 08:20 4 comentários
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Orianthi - Believe (2009)
Postado por Cathy às 14:45 1 comentários
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Kat Von D - High Voltage Tattoo
Postado por Cathy às 12:15 2 comentários
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Avatar
Eu não costumo falar de cinema por aqui, mas ontem eu fui assistir o tão comentado Avatar. Não tenho muita paciência com ficção científica, mas mesmo assim dei uma chance ao filme.
Uma coisa que é impossível negar: o filme é 90% efeitos especiais e 10% enredo. E é um filme projetado para as telas 3D - o colorido me deixou com dor de cabeça, já que não assisti a versão 3D. O que chamou a atenção do público, em minha opinião, foi a qualidade dos efeitos e o realismo das cenas: os ambientes do filme são altamente realistas.
O enredo consiste em uma missão espacial que vai a um planeta chamado Pandora, que é povoado pelos Na'vi, seres altamente ligados com a natureza. A aldeia onde esses seres vivem fica bem em cima de uma reserva de um minério valiosíssimo. Para viverem no planeta, os seres humanos são conectados a seus avatares (que tem a forma dos Na'vi) mentalmente e vivem uma 'vida virtual' na pele deles.
O personagem principal é Jake Sully, ex-fuzileiro que foi mandado para a missão com o propósito de substituir seu irmão Tommy, que foi assassinado. Ele se mistura aos nativos e aprende como se tornar parte da tribo. Os humanos o instruem para que descubra o que os Na'vi querem em troca de deixarem a reserva.
Jake aprende lições valiosas, sobre o que a natureza significa para esse povo (semelhante aos índios). Só eu achei que existe alguma semelhança entre a história do filme e a da colonização brasileira?
É um filme recomendável, mas não achei tudo isso não. Esperava mais (talvez o desapontamento de não poder ver em 3D tirasse um pouco minha animação).
Postado por Cathy às 09:59 1 comentários
sábado, 26 de dezembro de 2009
25 Melhores Músicas da Década (Internacional)
Aproveitando a última semana da década de 2000, vou fazer uma lista das melhores músicas da década baseadas no meu gosto pessoal. É apenas um top com músicas boas que representam o cenário musical dessa década, em minha opinião; não levem a classificação a sério.
1. Courtney Love - Sunset Strip [America's Sweetheart, 2004]
2. The Killers - Shadowplay [Sawdust, 2007]
3. The Strokes - 12:51 [Room On Fire, 2004]
4. The Donnas - The Gold Medal [Gold Medal, 2004]
5. Juliette & The Licks - Purgatory Blues [Four on the Floor, 2006]
6. Crucified Barbara - Losing the Game [In Distortion We Trust, 2006]
7. Le Tigre - Nanny Nanny Boo Boo [This Island, 2004]
8. U2 - Elevation [All That You Can't Leave Behind, 2001]
9. Mötley Crüe - The Animal In Me [Saints of Los Angeles, 2008]
10. AC/DC - Rock N' Roll Train [Black Ice, 2008]
11. Foo Fighters - Times Like These [One By One, 2002]
12. Orianthi - Highly Strung [Believe, 2009]
13. Spinnerette - Valium Knights [Spinnerette, 2008]
14. Metallica - St. Anger [St. Anger, 2003]
15. Pink - U + Ur Hand [I'm Not Dead, 2006]
16. Ida Maria - I Like You So Much Better When You're Naked [Fortress Round My Heart, 2008]
17. Bon Jovi - It's My Life [Crush, 2000]
18. 3 Doors Down - Here Without You [Away From the Sun, 2002]
19. Sahara Hotnights - Only The Fakes Survive [Jennie Bomb, 2001]
20. Joan Jett & The Blackhears - A.C.D.C [Sinner, 2006]
21. Kittie - My Plague [In The Black, 2009]
22. Oasis - Songbird [Heathen Chemistry, 2002]
23. The Hellacopters - I'm In the Band [Rock & Roll Is Dead, 2005]
24. Vains of Jenna - Enemy in Me [The Art of Telling Lies, 2009]
25. Lauren Harris - Like It Or Not [Calm Before the Storm, 2008]
Postado por Cathy às 09:27 1 comentários
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domingo, 13 de dezembro de 2009
Veruca Salt
Uma das bandas mais legais dos anos 90. Se você viveu aquela época e se interessava por rock alternativo, provavelmente já ouviu Veruca Salt. Senão, vai conhecer aqui.
Em 1997, o grupo lançou o segundo disco, Eight Arms to Hold You, produzido por Bob Rock, o "homem de platina" (para se ter uma idéia, Bob produziu alguns dos discos mais vendidos de todos os tempos - seus trabalhos mais notáveis incluem Dr. Feelgood do Mötley Crüe e Black Album do Metallica). O grande sucesso da vez foi "Volcano Girls", que foi para a trilha sonora do filme Um Crime entre Amigas. Pouco tempo após o lançamento do disco, Jim (bateria) deixou a banda, e foi substituído por Stacy Jones, que tocou durante a turnê, mas não gravou nada com eles.
Postado por Cathy às 15:29 1 comentários
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Top 10 Baladas de Rock
Para estrear meu novo layout azul, vamos com uma lista das minhas 10 baladinhas de rock preferidas. Obviamente, existem várias, então talvez eu faça uma segunda parte dessa lista.
10 - Candy (Iggy Pop & Kate Pierson)
O rei do punk, Iggy Pop, nunca tinha tido um único sucesso antes de lançar esse single, um dueto com a maravilhosa diva do B-52's, a ruiva Kate Pierson. É uma daquelas músicas que todo mundo já escutou, sabe? E tem uma letra feita pra cantar junto, além de ser uma música simples: guitarra, baixo e bateria, sem efeito nenhum. Lembra-se de "quanto menos, melhor"? Só a voz linda de Kate já dá tudo o que a música precisa.
9 - Waitin' For The Night (The Runaways)
Tinha que ter um tempero de uma banda totalmente calcinha nesse post. "Waitin' For The Night", do disco homônimo, o primeiro sem Cherie Currie, começa com uma guitarra linda e delicada, diferente da postura arrasadora das Runaways. Joan Jett começa a música sozinha, e depois entra o resto da banda. Uma linda balada adolescente, mostra o poder da voz da srta. Jett e da bateria de Sandy West.
8 - Dream On (Ronnie James Dio & Yngie Malmsteen)
Eu sei que a versão original dessa música é do Aerosmith, mas eu prefiro essa versão, porque a que fez eu me apaixonar por essa balada. Apesar de eu não gostar do Yngwie Malmsteen (tenho uma certa implicância com guitarristas virtuosos que fazem solos complexíssimos com 25 notas por segundo), admito que ele é um ótimo guitarrista; embora eu preste mais atenção na voz e no piano do que na guitarra propriamente dita. É uma música bonita e viciante.
7 - Wasting Love (Iron Maiden)
Um dos melhores riffs de todos os tempos, na opinião da humilde blogueira que vos fala. É daqueles arrepiantes, mas de um jeito bom. E a forma como Bruce Dickinson canta a letra é convincente: ele realmente está sentindo o que está cantando. E isso é o que faz um bom vocalista, para mim: a habilidade de transmitir o sentimento da letra. Apesar de ser uma música sofrida, é linda.
6 - Forever (KISS)
A banda mais festeira do rock n' roll também tem suas baladas, e "Forever" é a melhor dela. Eu amo o solo, amo o riff, a voz e a letra, que fala sobre fazer algo durar para sempre. E como eu tenho um fraco incurável por baladas, o KISS está presente nessa lista.
5 - Don't Cry (Guns N' Roses)
"Mas Cathy, 'November Rain' é mais bonita". Já fiz uma descrição de "November Rain" e não quero fazer de novo. Além disso, "Don't Cry" é melhor. Tem um refrão pegajoso e fácil de cantar junto, além de um dos melhores solos de Slash na guitarra. Eu também adoro o trabalho de Duff McKagan (baixo) nessa faixa. É uma música que tem poder terapêutico para mim.
4 - Nothing Else Matters (Metallica)
Vários vão dizer que preferem "The Unforgiven", mas "Nothing Else Matters" é a melhor. O melhor refrão, o melhor riff e o solo mais destruidor. Estou num momento de vício em Metallica, então vou parar por aqui para não ficar descrevendo toda a estrutura da música. Admiro muito James Hetfield por causa de suas letras.
3 - Home Sweet Home (Mötley Crüe)
Uma banda que adora baladas, no melhor estilo glam metal. Deles, as mais conhecidas são "Home Sweet Home", "You're All I Need" e "Without You". Por ter uma letra não tão melosa, eu amo "Home". Além daquela introdução de piano que não dura a música inteira, esse é um ponto importante para mim. Fala sobre estar na sua casa, onde você realmente se sente bem. E hoje é aniversário do Nikki Sixx, vamos homenagear ele. #HappyBirthdayNikki
2 - Stairway to Heaven (Led Zeppelin)
Clássica das clássicas, provavelmente a balada mais conhecida do mundo. E é linda. Da banda 'criadora' do hard rock, com o deus da guitarra Jimmy Page fazendo uma introdução perfeita. E o solo de guitarra? Um dos melhores da história do rock n' roll. A letra (que eu faço questão de um dia saber inteira) declamada por Robert Plant de uma maneira emocionante, acompanhada pela levada do baixo e os ritmos de John Bonham ao decorrer da música se completam. "And she's buying... a stairway to heaven". A versão ao vivo é ainda mais bonita.
1 - More Than Words (Extreme)
Mais uma da lista "músicas que todo mundo já ouviu". Composta por voz, violão e um pouco de percussão, ela completa a teoria de que o melhor se faz de forma sincera, sem muitos enfeites. Claro que existem exceções. E fala sobre sentimentos verdadeiros. Talvez seja meu fraco incurável por hair bands e baladas misturado, mas eu acho uma das músicas mais perfeitas de todos os tempos, em sua simplicidade.
Ficou faltando alguma? Um monte. Deixe sua sugestão nos comentários, quem sabe não vem uma parte 2 dessa lista?
sábado, 5 de dezembro de 2009
Mötley Crüe - Saints of Los Angeles
Como eu já comentei muitas vezes aqui, o Mötley Crüe é uma das minhas bandas preferidas. O último disco de inéditas da banda, Saints Of Los Angeles, é o primeiro em 11 anos a conter a formação original da banda (Vince Neil no vocal, Mick Mars na guitarra, Nikki Sixx no baixo e Tommy Lee na bateria).
Para quem curte o som glam da banda, como o dos discos dos anos 80 (Too Fast for Love, Shout at the Devil, Theatre of Pain, Girls Girls Girls e Dr. Feelgood), Saints of Los Angeles pode assustar um pouco (principalmente se você não for um fã da banda. Esse disco tem uma pegada bem menos 'glam metal' e chega, em alguns momentos, a lembrar o som do Papa Roach e essas novas bandas de hard rock.
Produzido por James Michael (do Sixx:A.M, projeto paralelo do baixista Nikki), Saints abre com "L.A.M.F", uma introdução com pouco mais de um minuto, que chega a lembrar "T.N.T (Terror N' Tinseltown", de Dr. Feelgood. "Face Down in The Dirt" tem um ritmo animado, mas a próxima faixa, "What's It Gonna Take", é bem melhor, principalmente graças ao trabalho de Mick Mars.
Depois de uma música que não soa muito bem aos meus ouvidos ("Down At The Whiskey") vem as seis faixas que fazem o disco valer a pena. São elas "Saints of Los Angeles", "Mutherfucker of the Year", "The Animal in Me", "Welcome to the Machine" e "Chicks = Trouble". A faixa título, também escolhida para ser o primeiro single, tem uma pegada contagiante e tem um trabalho interessante por parte de Nikki Sixx.
"Mutherfucker", o segundo single, tem um refrão legal: "here I am again, hey now, hey now, I'm the mutherfucker of the year", que você gosta de cantar junto. "The Animal In Me" tem uma distorção muito legal (um ponto a favor desse disco: ele tem guitarras bem pesadas) e uma bateria forte. "Welcome to the Machine" é, na minha opinião, uma das faixas com o vocal mais legal (vamos admitir, Vince Neil não canta tão bem assim, e não tem mais alcance para cantar suas músicas antigas - veja vídeos da turnê Carnival of Sins).
"Chicks = Trouble", é uma das mais chicletes. Logo depois vem "This Ain't a Love Song", "White Trash Circus" e "Goin' Out Swingin'", legaizinhas, mas nada perto de "The Animal In Me" ou "Saints of Los Angeles".
Uma nota para esse disco? 7. Se você quiser conhecer o Crüe clássico, baixe o Girls, Girls, Girls e aproveite o melhor do glam metal oitentista.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Sahara Hotnights
A Suécia é um berço de ótimas bandas. De lá saíram os Hellacopters, Backyard Babies, Crucified Barbara, The Hives e o Sahara Hotnights, a banda da qual vou falar hoje.
Das bandas listadas acima, o Sahara e o Crucified são formados por mulheres. O Sahara foi formado em 1992, por Maria Andersson (vocal e guitarra), Jennie Asplund (guitarra), Johanna Asplund (baixo) e Josephine Forsman (bateria). A música delas é um indie rock com vários momentos pop, que chega a lembrar The Donnas na fase Spend The Night. A própria banda se define como uma mistura entre Blondie, Ramones e Nirvana.
Nesses 17 anos de carreira já lançaram cinco discos: C'mon Let's Pretend (1999); Jennie Bomb (2001); Kiss & Tell (2004); What If Leaving Is a Love Thing (2007) e Sparks (2009). O último, Sparks, é um disco apenas de covers: o single "In Private" é uma versão da cantora pop britânica Dusty Springfield.
Na minha opinião, o melhor álbum das meninas é What Leaving Is a Love Thing, seguido de perto por Jennie Bomb. O de 2007 tem músicas como "Visit to Vienna" (em que as guitarras grudam na cabeça), "Salty Lips", "Cheek to Cheek" e "Getting Away with Murder". Já Jennie Bomb tem "On The Top of Your World", "Fire Alarm" e "Only The Fakes Survive" - que me apresentou à banda. Fica a dica de um rock divertido e suave.
Postado por Cathy às 17:48 1 comentários
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Orianthi
Orianthi Panagaris, conhecida somente como Orianthi, é uma guitarrista australiana. Aos 6 anos, aprendeu a tocar violão (por influência do pai) e aos 11, ganhou sua primeira guitarra elétrica. Começou a formar bandas em lugares variados, como França e Inglaterra aos 14 anos e aos 15 largou a escola para se dedicar exclusivamente à música.
Com 15 anos, Ori fez seu primeiro show de abertura para ninguém menos do que Steve Vai, o mestre da guitarra. Aos 18, dividiu o palco com Carlos Santana e participou de uma jam com ele. Ela já tocou com Prince; teve uma música no filme das Bratz; tocou no Eric Clapton Crossroads Guitar Festival e apareceu na lista das 12 melhores guitarristas de todos os tempos. Tudo isso com apenas 24 anos.
Mas o motivo de seu reconhecimento foi tocar com o rei do pop, Michael Jackson, no filme This Is It (ela tocaria na turnê, cancelada por causa da morte de Michael). O que? Agora está lembrando da Ori? Ela tocou no funeral do rei, que foi televisionado no mundo inteiro!
Seu segundo disco solo, Believe (2009), é realmente muito bom. Vale a pena escutar as faixas "According To You", "Think Like a Man", "What's Gonna Be" e, principalmente, "Highly Strung" para ver como Orianthi é talentosa, tanto na guitarra como cantando.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Green Day - American Idiot
Apesar de ser um ótimo disco, American Idiot tem suas músicas ruins: "Give Me Novocaine" não prende a minha atenção de jeito nenhum; e tenho momentos certos pra ouvir "Extraordinary Girl". Mas entre essas duas tem "She's a Rebel", a descrição de Jesus para Whatshername. Com dois minutos, é um punk rock animadinho com uma letra bem legal de cantar junto.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Stella Can
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domingo, 1 de novembro de 2009
Vinil: a salvação da indústria fonográfica?
Com o preço dos CDs cada vez mais alto e o download de músicas "ilegalmente" cada vez mais comum, a quase quebrada indústria musical resolveu que tinha de qualquer maneira solucionar esse problema. O que eles ressuscitaram? O vinil, é claro! Colecionadores de discos são bastante fiéis, acham que para possuir verdadeiramente a obra precisam ter o disco em mãos. Agora, algumas livrarias tem sua seção de vinil, com discos clássicos (a maravilhosa capa de The Dark Side Of The Moon, do Pink Floyd, fica melhor no tamanho para qual foi construída, o tamanho do vinil. Digo o mesmo de Never Mind The Bollocks dos Sex Pistols) e lançamentos de bandas novas, como o Paramore, que fez uma edição especial do disco All We Know Is Falling (2005) em vinil.
Postado por Cathy às 10:52 3 comentários
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Galeria dos Rockstars Gatos
Primeiro, gostaria de pedir desculpas por tantos dias sem postagem, é porque o meu computador quebrou e foi para o conserto.
Bom, com ajuda de algumas amigas, montei uma "galeria de rockstars gatos" (elas me sugeriram alguns caras). Nossa primeira versão da galeria ficou assim:
Gostaram? O recadinho em vermelho abaixo é somente uma brincadeira interna entre eu e minhas amigas :)
Aceito sugestões de mais rockstars para colocar na galeria, porque tem muito rocker bonito por aí!
Ouvindo agora: One Way Or Another - Blondie
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Lunachicks
Em 1991, saíram em turnê com o Dictators e 1992 viu o segundo lançamento das meninas: Binge & Purge. A baterista Becky deixou a banda. Após a saída de Becky, três bateristas passaram pelo grupo: Kate Schellenbach (1992-1994), Chip English (1994-1999) e Helen Destroy (1999-2000). Depois de migrarem para a Go-Kart Records, elas lançaram Jerk Of All Trades e Pretty Ugly. O último é o disco mais conhecido, que contém a animada "Don't Want You" (que tem um clipe bastante divertido).
Algum tempo depois de Pretty Ugly, Sindi deixa a banda. As Lunachicks lançam um disco ao vivo, Drop Dead Live e o último trabalho de estúdio, Luxury Problem (o melhor, na opinião da blogueira que vos fala). Oficialmente, a banda nunca acabou, mas depois de 2000, elas só fizeram dois shows ao vivo: um em 2002 e outro em 2004.
Atualmente: a cantora Theo formou o Theo & The Skyscrapers com seu marido Sean Pierce (Töilet Boys), que tem uma pegada mais dance-rock. Gina Volpe é a vocalista da banda Bantam, Squid virou tatuadora, Becky foi para o Blaire Bitch Project e Chip toca para o Sucide King. A mais conhecida é a última baterista, Helen Destroy: foi para o tributo feminino ao Led Zeppelin, o Lez Zeppelin.
Postado por Cathy às 16:09 1 comentários
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
Spinnerette
O primeiro disco da banda, Spinnerette, sai em junho de 2009 e recebe excelentes críticas da mídia especializada. Traz 13 faixas de rock n' roll cheio de energia, com certeza uma das melhores bandas da atualidade. Pode chocar alguns fãs dos Distillers, porque é um estilo beeem diferente, mas é uma banda altamente recomendável para fãs de indie rock em geral.
Postado por Cathy às 16:48 1 comentários
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domingo, 11 de outubro de 2009
10 Músicas Incríveis
10 músicas incríveis, perfeitas e inspiradoras que estiveram em alta (pelo menos aqui no meu iTunes) nessa semana. Indico todas!
10 - Valium Knights (Spinnerette)
Brody Dalle é fantástica. Mesmo após o fim dos Distillers em 2003 (causado por sua gravidez), ela formou o excelente Spinnerette, na minha opinião uma das melhores bandas do rock atual. "Valium Knights" tem uma bateria louca, riffs de guitarra marcantes e a voz de Brody botando pra quebrar. Spinnerette pode ficar como um assunto dessa semana.
9 - Please Don't Touch (Mötorhead & Girlschool)
Mötorhead, a banda mais 'bagaceira' de todos os tempos; e o ótimo Girlschool, pioneiro do heavy metal de calcinha fazem uma excelente dupla nessa música. Por alguma razão, me lembra uma música pop mais antiga, causada pelas meninas do Girlschool cantando nos backing vocals. Viciante. Há também uma ótima versão cover dessa música, feita pelo Crucified Barbara com o American Dog, que soa tão boa quanto a original.
8 - Saints Of Los Angeles (Mötley Crüe)
Após alguns discos nem tão bons, como Generation Swine e New Tattoo, o Mötley finalmente acertou e voltou no ano passado com a formação original em Saints Of Los Angeles. Cometi o engano de só dar a devida atenção à música agora, e ela é altamente viciante. Tem uma perfeita entrosação entre a guitarra de Mick Mars (meu mais novo guitarrista preferido) e a bateria de Tommy Lee. Sou suspeita pra falar de Nikki Sixx, um dos meus ídolos; e Vince Neil está com o poder nessa faixa.
7 - Bull In The Heather (Sonic Youth)
Certo, o que é a voz de Kim Althea Gordon? Uma canção de ninar misturada com o experimentalismo encantador do Sonic; as notas das guitarras de Lee Ranaldo e Thurston Moore contrastadas com a bateria de Steve Shelley (que usa um chocalho e uma baqueta nessa música) e o baixo hipnotizante de Kim. É essa a essência do Sonic Youth: uma viagem louca, porém brilhante.
6 - Get Off (The Donnas)
Sou suspeitíssima pra falar de Donnas, afinal, são as garotas que me hipnotizam há mais de um ano. Esse último single do disco Greatest Hits, Vol. 16 traz o melhor trabalho de Maya Ford no baixo até então, excluindo talvez a introdução de "Don't Break Me Down". A voz de Brett Anderson está arrasadora, Allison Robertson consegue nos impressionar com seu riff matador e Torry Castellano nos dá uma amostra de seu trabalho duro, lutando contra a tendinite.
5 - Your Turn (Lauren Harris)
Lauren Harris é uma artista injustiçada. Apenas por ser filha de Steve Harris (o lendário baixista do Iron Maiden), a garota é crucificada pelos fãs. Eu gosto do trabalho dela, e acho que o seu guitarrista solo é realmente muito bom. "Your Turn", uma composição de Lauren, é bastante hard rock e merece ser escutada com atenção. Que tal darmos uma chance à pequena Lauren?
4 - Wait For Me (The Runaways)
Graças à minha amiga Pri (a louca por The Runaways), fui ouvir essa música das Runaways essa semana e me apaixonei. Joan Jett está poderosa na voz e na guitarra base, Lita Ford mostra porque aos 17 anos já era uma das melhores guitarristas do mundo e Sandy West (que Deus a tenha) me dá o maior orgulho de ser a melhor baterista que eu já vi! Além disso, a letra é linda.
3 - Nanny Nanny Boo Boo (Le Tigre)
A melhor banda de dance-punk de todos os tempos faz a minha música preferida para se animar nessa semana. Tem um teclado viciante, a voz das meninas (quer dizer, ainda não sei se JD Samson é um homem ou uma mulher) está fantástica, garantia de sucesso em qualquer festa minimamente underground, os descolados amam Le Tigre.
2 - November Rain (Guns N' Roses)
8:56 do que há de mais perfeito. Piano, Axl Rose, Izzy Stradlin' e Slash em sua dupla perfeita de guitarras; a música dos sonhos. Qualquer performance circa 1993 dessa música é capaz de me comover profundamente, ver Axl Rose tocar piano é quase uma terapia. A letra é linda, a música é profundamente tocante. Quero que toque no meu casamento.
1 - Psycho Circus (KISS)
Eu amo o KISS, amo o Gene Simmons e amo o Paul Stanley. E "Psycho Circus" é seguramente uma das melhores da banda, uma verdadeira "arena rock" (música para cantar em estádios). Qualquer riff poderoso me conquista, e essa obra é uma das melhores. Ouça sem moderação.
AQUI você pode baixar todas essas músicas. "Psycho Circus" vai vir como versão ao vivo, que na minha opinião transmite essa atmosfera de arena rock bem melhor.
Postado por Cathy às 19:00 2 comentários
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