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sábado, 2 de maio de 2009

Chelsea Girls

Corey Parks, Allison Robertson, Samantha Maloney e Tuesdae

Quarteto americano de rock n' roll, considerado um "supergrupo", pois contém apenas membros de bandas famosas. Elas fazem covers de rock clássico. São elas:
Tuesdae (vocal): famosa DJ americana, também é cantora de ópera e já foi coelhinha da Playboy.
Allison Robertson (guitarra): fundadora da banda The Donnas, uma das melhores guitarristas do cenário rock atual. Foi eleita pela Escolha do Leitor a melhor guitarrista feminina de 2008 pela revista Guitar Player.
Corey Parks (baixo): já foi do Nashville Pussy e também é costureira. Vestiu grandes nomes da música pop como Bono Vox, Madonna e Celine Dion. Após deixar sua marca na moda, voltou para o baixo.
Samantha Maloney (bateria): tocou com Hole, Mötley Crüe, Eagles Of Death Metal e na turnê solo de Courtney Love. Também participou de uma banda chamada The Chelsea, por um curto período de tempo, logo após a turnê de Courtney.

Elas têm sempre um convidado especial nos shows para se juntar a elas: Lemmy Kilmister do Mötorhead já foi um deles. Carmen Electra já apresentou a performance delas, que costuma rolar no The Roxy, uma casa de shows super famosa dos Estados Unidos. O slogan da banda é for those about to rock, we seduce you (para aqueles que são do rock, nós os seduzimos, uma sátira com o AC/DC).

Links:
Para mais vídeos, é só procurar por Chelsea Girls no YouTube.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Joan Jett

Hoje eu vou falar sobre uma mulher que eu admiro muito, a srta. Joan Marie Larkin, mais conhecida como Joan Jett. Por que eu a admiro? Porque ela é um ícone do rock n' roll, inspiração para quase toda banda feminina que existe por aí, ótima guitarrista e vocalista...


Nasceu no dia 22 de setembro de 1958, na Philadelphia. Aos 15 anos, junto com a baterista Sandy West, fundou o grupo The Runaways, uma das primeiras bandas femininas do mundo do rock. O grupo era composto por Joan (guitarra base), Lita Ford (guitarra solo), Cherrie Currie (vocal), Jackie Fox (baixo) e Sandy West (bateria). Após a saída de Currie do grupo, Joan assume os vocais principais. As Runaways foram uma banda extremamente bem sucedida, principalmente no Japão, onde ficam atrás apenas do Kiss e do AC/DC como banda de rock mais popular no país. Após o fim da banda em 1979, Joan parte para carreira solo.
Lança seus primeiros discos solo (Joan Jett e Bad Reputation) sem obter muito sucesso, mas então forma sua própria banda, os Blackhearts, e lança o extremamente bem sucedido I Love Rock N' Roll, cuja faixa-título se tornou um clássico da música popular, não somente do rock (quem nunca ouviu, seja na voz de Joan ou de Britney Spears?). Em 1983, monta sua gravadora, a Blackheart Records para lançar seus álbuns.

Em 1990, lança um disco só de covers, The Hit List, que conta com faixas magníficas (destaque para o cover dos Sex Pistols, "Pretty Vacant"). Seu último disco, até agora, é Sinner, de 2006, mas Joan planeja o lançamento de mais uma coletânea em 2009.

Um filme sobre as Runaways está sendo anunciado para o ano que vem, com Kristen Stewart (a Bella de Crepúsculo) no papel de Joan Jett e Dakota Fanning no papel de Cherrie Currie.

Joan é bastante influente no movimento Riot Grrrl (punk feminista). Produziu o Bikini Kill, cantou com o L7 e o Bratmobile gravou um dos maiores sucessos das Runaways, "Cherry Bomb", em tributo à banda.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Quem não cola não sai da escola

Dia de prova, quase sinônimo de terror. Afinal, sempre tem aquele pessoal que nunca estuda pra prova nenhuma e conta com as colas ou então simplesmente não responde nada (ou então coloca as abobrinhas mais divertidas na prova). Aí fica a questão: colar é certo?
Não, não é. Eu nunca colei (há menos que se conte na primeira série, quando sem querer dei uma espiadinha na prova da frente), mas admito que já passei pela tentação de esconder um papelzinho com respostas no estojo, ou então escrever no pulso as fórmulas (que nunca serão usadas, na verdade) de contas de Ciências.
Uma vez eu assisti um filme (que eu não me perdôo por ter esquecido o nome) em que alguns garotos usavam técnicas mirabolantes para colar na prova: desde escrever as respostas em uma embalagem de chiclete até deixar um bilhete com as respostas cair no chão. E no final eles se davam mal.
Há quem diga que todo mundo cola em provas, mas eu discordo. Minha técnica para questões que eu não sei a resposta é outra: uma pequena embromação. Associar a questão da matéria com uma pequena invenção, mas sempre sendo coerente (dentro dos meus padrões, claro).

Estou preparando uma lista com links de vídeos engraçados no YouTube. Se alguém tiver alguma sugestão, é só deixar um comentário (:

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Normal.

Eu tenho o maior medo desse negócio de ser normal - John Lennon


A gente sempre fala que as pessoas não são normais. Mas será que nós somos normais? Existe uma definição para a palavra "normal"? Então tá, vamos ao dicionário.

Normal: 1. Conforme à norma. 2. Habitual. 3. Diz-se do ensino para a formação de professores primários. 4. Diz-se da reta, vetor, etc. perpendicular a uma reta ou plano. 5. Reta perpendicular a uma curva ou plano.

Então, o significado mais adequado é "habitual". Então uma coisa normal é uma coisa habitual (óbvio, não?). Habitual, para mim, é uma coisa costumeira. E fica a discussão no início do post: existe alguém normal? Todo mundo tem suas esquisitices, e nem de longe isso é ruim. Pelo contrário, é até saudável. Por exemplo, eu gosto de cantar, gosto de coisas que ninguém gosta, não dou a mínima para um celular-com-câmera-MP3-e-internet e prefiro ler um livro ou ir no shopping a ir em alguma baladinha de fim de semana. Além disso, sou metida a engraçadinha, adoro fazer piadas e sou meio irônica.

Talvez a tal coisa de ser normal seja incompreensível. Ou talvez eu vá descobrir seu significado mais pra frente. Mas são as nossas características individuais de personalidade (uau, ficou poético) que nos diferenciem uns dos outros. Qual é a graça de ser igual a todo mundo?

sábado, 4 de abril de 2009

O Controle Remoto do Tempo.

Oh, céus, como eu gostaria de ter um controle remoto para pausar a minha vida de vez em quando! Poderia ir à escola quando eu quisesse, retroceder e avançar as horas... Você já deve ter pensado nisso, certo? Pois isso foi bem retratado no filme Click, com Adam Sandler, que arranjou um controle desses e arruinou sua vida, perdeu a esposa... Mas eu acho que isso foi um alerta para como a vida moderna é agitada, e que nós precisamos parar e relaxar de vez em quando para não acabarmos como Adam no filme, sem aproveitar as pequenas alegrias da vida.

Vamos fingir, por apenas um segundo, que temos um controle remoto do tempo. Inicialmente nós pensaríamos em voltar no tempo para corrigir algum erro, certo? (sendo que as regras do controle seriam: só é possível voltar para depois do seu nascimento) Mas é melhor pensar um pouco: quais foram as consequências dos seus atos? Você não acabou aprendendo alguma lição ou mesmo fazendo novas amizades ou coisas benéficas para você nesse meio-tempo? Então fica aquele ditado: é melhor se arrepender do que você não fez do se arrepender do que você fez.

No final, se a gente pensasse mais um pouco (está ficando filosófico, não?), seria melhor usar o nosso controle mágico para reviver algum momento legal da nossa vida ou então para dar uma pequena espiadinha no dia de amanhã. Mas se dermos uma espiadinha no dia de amanhã, acabamos com as surpresas que o dia seguinte nos reserva. E qual seria a graça da vida de você, por exemplo, ter uma bola de cristal e saber tudo o que vai acontecer no dia seguinte? Acordar de manhã e pensar: 'puxa, hoje eu vou ir à escola, vai cair uma chuvona e vou ter que ficar em casa até as três da tarde, quando a minha melhor amiga me ligar e ficarmos conversando a tarde inteira'. Isso seria muito chato.

A minha conclusão é: melhor vivermos um dia de cada vez, sem querer ter um controle remoto do tempo ou uma bola de cristal. Assim é muito mais divertido.

domingo, 29 de março de 2009

Confessionário

Sim, eu confesso! Vou confessar.

Eu gosto de metal farofa. Sim, eu gosto! Antes de eu prosseguir, vamos explicar o que é metal farofa. Você já deve ter visto aquelas bandas de hard rock do final dos anos 80 em que os homens usam cabelos longos e sedosos, geralmente loiros; maquiagem pesada; roupas de couro apertadas e bandanas. Também conhecido como glam metal, hair metal e pop metal.

Músicas melosas, cabelos de poodle (o que diga Axl Rose no clipe de "Welcome to The Jungle"), maquiagem (Kiss, Poison, Twisted Sister)... é um estilo totalmente bizarro! Eu tenho uma amiga que diz que 'o próprio heavy metal é muito farofa'. E a beleza de alguns vocalistas dessas bandas (Axl do Guns N' Roses, Jon Bon Jovi e Sebastian Bach, do Skid Row) deve ter ajudado, pois algumas adolescentes dos anos 80 devem ter olhado muito para eles nas revistas e comprado seus discos!

Acho "Girls, Girls, Girls" e "Too Fast For Love" do Mötley Crüe ótimas músicas, canto junto com vários sucessos do Bon Jovi (entre eles, "It's My Life" e "You Give Love a Bad Name" - com uma tradução completamente, hum, farofa: você dá uma má reputação ao amor), adoro Guns N' Roses e considero "Strutter" e "Rock N' Roll All Nite" do Kiss músicas que todo roqueiro deve ouvir!

PS: Pirei em "Too Fast For Love" e "Strutter" por causa das Donnas, outras que adoram um bom glam metal!

Para ver a situação do rock n' roll nessa época, dê uma pesquisada em qualquer disco do Poison, Twisted Sister e Cinderella. Vou copiar a seguinte frase do Zeca Camargo: "no final dos anos 80, o rock era composto de caras cabeludos fazendo malabarismos com suas guitarras tocando músicas completamente imbecis". Não que essa parte das músicas completamente imbecis seja a minha opinião, mas elas realmente são um pouquinho bestas. Só que eu gosto.

E viva o exagero do glam metal!

quinta-feira, 19 de março de 2009

When I went to school in Olympia,

and everyone was the same.

Esse trecho de uma das minhas músicas preferidas do Hole, "Rock Star", traduz um fenômeno comum nos dias de hoje: a padronização. O trecho diz: "quando eu fui à escola em Olympia, todo mundo era igual". Hoje, a maioria das pessoas curte as mesmas músicas, tem as mesmas roupas, o mesmo celular da moda, o mesmo tênis... tudo igual. Tudo o que está na moda, na maioria das vezes também. Pelo menos na minha escola é assim: o pessoal sabe cantar as mesmas músicas, usa aqueles tênis da Nike que eu acho horríveis (prefiro um bom e velho All Star preto e surrado), enfim, todo mundo é igual, exatamente como Courtney Love diz ser em Olympia, uma cidade próxima de Seattle, nos Estados Unidos. Além disso, o povo sabe dançar o tal psy que eu não sei e também não me interesso em aprender. O meu protesto aqui é para as pessoas que seguem esse padrão adolescente. Se ela gosta de verdade, tudo bem. Mas é legal ter coragem e assumir as coisas que você gosta que não estão na moda. Eu, por exemplo, curto bandas antigas ou então alternativas, que ninguém conhece; detesto aquele Nike Shox (sei lá se é assim que se escreve) e não danço funk, psy nem nada disso no fim de semana, fico com os meus amigos e/ou família.

O errado que acontece hoje em dia é que todos os adolescentes seguem um padrão (ou pelo menos é isso o que os adultos pensam), eu estava lendo na Rolling Stone um dia desses que a Mallu Magalhães era diferente porque admirava Johnny Cash e Bob Dylan em vez de alguma banda nacional pré-fabricada para o público jovem. Na minha humilde opinião, essa é só mais algum resultado da padronização dos adolescentes: a garota gosta de música country/folk e os outros adolescentes gostam de pop, black, funk e eletrônica, por exemplo. E isso tem que acabar, onde está a liberdade para sermos o que quisermos?

Ah, uma pequena explicação: essa música do Hole causa uma certa confusão: ela saiu no CD como "Rock Star", mas a verdadeira "Rock Star" é outra. O nome 'certo' dessa é "Olympia", mas caso você goste dessa música procure-a como "Rock Star" para baixar. Um vídeo da música citada no começo desse texto AQUI. Para mais informações sobre essa confusão, leia aqui, na parte de "Significados".