Corey Parks, Allison Robertson, Samantha Maloney e Tuesdae
sábado, 2 de maio de 2009
Chelsea Girls
Postado por Cathy às 18:42 2 comentários
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Joan Jett
Hoje eu vou falar sobre uma mulher que eu admiro muito, a srta. Joan Marie Larkin, mais conhecida como Joan Jett. Por que eu a admiro? Porque ela é um ícone do rock n' roll, inspiração para quase toda banda feminina que existe por aí, ótima guitarrista e vocalista...
Postado por Cathy às 15:55 2 comentários
Marcadores: Biografias, Música
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Quem não cola não sai da escola
Dia de prova, quase sinônimo de terror. Afinal, sempre tem aquele pessoal que nunca estuda pra prova nenhuma e conta com as colas ou então simplesmente não responde nada (ou então coloca as abobrinhas mais divertidas na prova). Aí fica a questão: colar é certo?
Não, não é. Eu nunca colei (há menos que se conte na primeira série, quando sem querer dei uma espiadinha na prova da frente), mas admito que já passei pela tentação de esconder um papelzinho com respostas no estojo, ou então escrever no pulso as fórmulas (que nunca serão usadas, na verdade) de contas de Ciências.
Uma vez eu assisti um filme (que eu não me perdôo por ter esquecido o nome) em que alguns garotos usavam técnicas mirabolantes para colar na prova: desde escrever as respostas em uma embalagem de chiclete até deixar um bilhete com as respostas cair no chão. E no final eles se davam mal.
Há quem diga que todo mundo cola em provas, mas eu discordo. Minha técnica para questões que eu não sei a resposta é outra: uma pequena embromação. Associar a questão da matéria com uma pequena invenção, mas sempre sendo coerente (dentro dos meus padrões, claro).
Estou preparando uma lista com links de vídeos engraçados no YouTube. Se alguém tiver alguma sugestão, é só deixar um comentário (:
Postado por Cathy às 07:48 1 comentários
Marcadores: Aleatório
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Normal.
Eu tenho o maior medo desse negócio de ser normal - John Lennon
A gente sempre fala que as pessoas não são normais. Mas será que nós somos normais? Existe uma definição para a palavra "normal"? Então tá, vamos ao dicionário.
Normal: 1. Conforme à norma. 2. Habitual. 3. Diz-se do ensino para a formação de professores primários. 4. Diz-se da reta, vetor, etc. perpendicular a uma reta ou plano. 5. Reta perpendicular a uma curva ou plano.
Então, o significado mais adequado é "habitual". Então uma coisa normal é uma coisa habitual (óbvio, não?). Habitual, para mim, é uma coisa costumeira. E fica a discussão no início do post: existe alguém normal? Todo mundo tem suas esquisitices, e nem de longe isso é ruim. Pelo contrário, é até saudável. Por exemplo, eu gosto de cantar, gosto de coisas que ninguém gosta, não dou a mínima para um celular-com-câmera-MP3-e-internet e prefiro ler um livro ou ir no shopping a ir em alguma baladinha de fim de semana. Além disso, sou metida a engraçadinha, adoro fazer piadas e sou meio irônica.
Talvez a tal coisa de ser normal seja incompreensível. Ou talvez eu vá descobrir seu significado mais pra frente. Mas são as nossas características individuais de personalidade (uau, ficou poético) que nos diferenciem uns dos outros. Qual é a graça de ser igual a todo mundo?
Postado por Cathy às 11:06 3 comentários
Marcadores: Aleatório
sábado, 4 de abril de 2009
O Controle Remoto do Tempo.
Oh, céus, como eu gostaria de ter um controle remoto para pausar a minha vida de vez em quando! Poderia ir à escola quando eu quisesse, retroceder e avançar as horas... Você já deve ter pensado nisso, certo? Pois isso foi bem retratado no filme Click, com Adam Sandler, que arranjou um controle desses e arruinou sua vida, perdeu a esposa... Mas eu acho que isso foi um alerta para como a vida moderna é agitada, e que nós precisamos parar e relaxar de vez em quando para não acabarmos como Adam no filme, sem aproveitar as pequenas alegrias da vida.
Vamos fingir, por apenas um segundo, que temos um controle remoto do tempo. Inicialmente nós pensaríamos em voltar no tempo para corrigir algum erro, certo? (sendo que as regras do controle seriam: só é possível voltar para depois do seu nascimento) Mas é melhor pensar um pouco: quais foram as consequências dos seus atos? Você não acabou aprendendo alguma lição ou mesmo fazendo novas amizades ou coisas benéficas para você nesse meio-tempo? Então fica aquele ditado: é melhor se arrepender do que você não fez do se arrepender do que você fez.
No final, se a gente pensasse mais um pouco (está ficando filosófico, não?), seria melhor usar o nosso controle mágico para reviver algum momento legal da nossa vida ou então para dar uma pequena espiadinha no dia de amanhã. Mas se dermos uma espiadinha no dia de amanhã, acabamos com as surpresas que o dia seguinte nos reserva. E qual seria a graça da vida de você, por exemplo, ter uma bola de cristal e saber tudo o que vai acontecer no dia seguinte? Acordar de manhã e pensar: 'puxa, hoje eu vou ir à escola, vai cair uma chuvona e vou ter que ficar em casa até as três da tarde, quando a minha melhor amiga me ligar e ficarmos conversando a tarde inteira'. Isso seria muito chato.
A minha conclusão é: melhor vivermos um dia de cada vez, sem querer ter um controle remoto do tempo ou uma bola de cristal. Assim é muito mais divertido.
Postado por Cathy às 11:54 1 comentários
domingo, 29 de março de 2009
Confessionário
Sim, eu confesso! Vou confessar.
Eu gosto de metal farofa. Sim, eu gosto! Antes de eu prosseguir, vamos explicar o que é metal farofa. Você já deve ter visto aquelas bandas de hard rock do final dos anos 80 em que os homens usam cabelos longos e sedosos, geralmente loiros; maquiagem pesada; roupas de couro apertadas e bandanas. Também conhecido como glam metal, hair metal e pop metal.
Músicas melosas, cabelos de poodle (o que diga Axl Rose no clipe de "Welcome to The Jungle"), maquiagem (Kiss, Poison, Twisted Sister)... é um estilo totalmente bizarro! Eu tenho uma amiga que diz que 'o próprio heavy metal é muito farofa'. E a beleza de alguns vocalistas dessas bandas (Axl do Guns N' Roses, Jon Bon Jovi e Sebastian Bach, do Skid Row) deve ter ajudado, pois algumas adolescentes dos anos 80 devem ter olhado muito para eles nas revistas e comprado seus discos!
Acho "Girls, Girls, Girls" e "Too Fast For Love" do Mötley Crüe ótimas músicas, canto junto com vários sucessos do Bon Jovi (entre eles, "It's My Life" e "You Give Love a Bad Name" - com uma tradução completamente, hum, farofa: você dá uma má reputação ao amor), adoro Guns N' Roses e considero "Strutter" e "Rock N' Roll All Nite" do Kiss músicas que todo roqueiro deve ouvir!
PS: Pirei em "Too Fast For Love" e "Strutter" por causa das Donnas, outras que adoram um bom glam metal!
Para ver a situação do rock n' roll nessa época, dê uma pesquisada em qualquer disco do Poison, Twisted Sister e Cinderella. Vou copiar a seguinte frase do Zeca Camargo: "no final dos anos 80, o rock era composto de caras cabeludos fazendo malabarismos com suas guitarras tocando músicas completamente imbecis". Não que essa parte das músicas completamente imbecis seja a minha opinião, mas elas realmente são um pouquinho bestas. Só que eu gosto.
E viva o exagero do glam metal!
Postado por Cathy às 17:52 1 comentários
Marcadores: Aleatório, Confissões, Música
quinta-feira, 19 de março de 2009
When I went to school in Olympia,
and everyone was the same.
Esse trecho de uma das minhas músicas preferidas do Hole, "Rock Star", traduz um fenômeno comum nos dias de hoje: a padronização. O trecho diz: "quando eu fui à escola em Olympia, todo mundo era igual". Hoje, a maioria das pessoas curte as mesmas músicas, tem as mesmas roupas, o mesmo celular da moda, o mesmo tênis... tudo igual. Tudo o que está na moda, na maioria das vezes também. Pelo menos na minha escola é assim: o pessoal sabe cantar as mesmas músicas, usa aqueles tênis da Nike que eu acho horríveis (prefiro um bom e velho All Star preto e surrado), enfim, todo mundo é igual, exatamente como Courtney Love diz ser em Olympia, uma cidade próxima de Seattle, nos Estados Unidos. Além disso, o povo sabe dançar o tal psy que eu não sei e também não me interesso em aprender. O meu protesto aqui é para as pessoas que seguem esse padrão adolescente. Se ela gosta de verdade, tudo bem. Mas é legal ter coragem e assumir as coisas que você gosta que não estão na moda. Eu, por exemplo, curto bandas antigas ou então alternativas, que ninguém conhece; detesto aquele Nike Shox (sei lá se é assim que se escreve) e não danço funk, psy nem nada disso no fim de semana, fico com os meus amigos e/ou família.
O errado que acontece hoje em dia é que todos os adolescentes seguem um padrão (ou pelo menos é isso o que os adultos pensam), eu estava lendo na Rolling Stone um dia desses que a Mallu Magalhães era diferente porque admirava Johnny Cash e Bob Dylan em vez de alguma banda nacional pré-fabricada para o público jovem. Na minha humilde opinião, essa é só mais algum resultado da padronização dos adolescentes: a garota gosta de música country/folk e os outros adolescentes gostam de pop, black, funk e eletrônica, por exemplo. E isso tem que acabar, onde está a liberdade para sermos o que quisermos?
Ah, uma pequena explicação: essa música do Hole causa uma certa confusão: ela saiu no CD como "Rock Star", mas a verdadeira "Rock Star" é outra. O nome 'certo' dessa é "Olympia", mas caso você goste dessa música procure-a como "Rock Star" para baixar. Um vídeo da música citada no começo desse texto AQUI. Para mais informações sobre essa confusão, leia aqui, na parte de "Significados".
Postado por Cathy às 13:58 2 comentários
